Eleições Legislativas 2011

Junho 01 2011

Com uma hora de diferença, PS CDU desceram a rua Morais Soares, em Lisboa. Na comparação dos militantes presentes, os socialistas ficaram a perder por grande diferença.

 

As eleições não se decidem por contagem de presenças em iniciativas de campanha. Mas, hoje, em Lisboa o confronto foi desvantajoso para os socialistas, depois de PS e CDU terem escolhido precisamente o mesmo lugar para a arruada do dia: a Morais Soares.

 

Ferro Rodrigues foi o primeiro a encabeçar um grupo de militantes. Chegou com Maria de Belém, Alberto Martins, Jorge Lacão, Vitalino Canas, mais um ramo de rosas vermelhas que tentava distribuir pelos comerciantes da zona e transeuntes. Teve várias recusas e nem mesmo os funcionários socialistas que ofereciam t-shirts e sacos do PS conseguiram quebrar o gelo entre a população. Eram poucas dezenas, liderados por uma banda que durante todo o percurso entoou o "Cheira Bem, Cheira a Lisboa".

Pouco tempo depois foi a vez de Jerónimo de Sousa fazer o mesmo. A comitiva da CDU integrava Bernardino Soares e Rita Rato, mas foi o secretário geral quem fez as despesas da arruada.

Aos gritos de "Não queremos cá o FMI" ou "a CDU avança com toda a confiança", eram centenas. Encerraram o trânsito numa das faixas de rodagem e terminaram com um breve comício na Praça do Chile. Jerónimo aproveitou para apelar a um último esforço para convencer os indecisos a votar na CDU.

fonte:http://aeiou.expresso.pt/

publicado por adm às 22:42
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Maio 31 2011

Jerónimo quer que o Governo quebre o "silêncio de chumbo" que rodeia o assunto e que diga se vai, ou não, proceder a uma aumento "de apenas 25 euros"

 

O líder da CDU começou, hoje, o dia em Almada trazendo de novo ao discurso o tema do salário mínimo. Jerónimo quer que o Governo quebre o "silêncio de chumbo" que rodeia o assunto e que diga se vai, ou não, proceder a uma aumento "de apenas 25 euros".

 

Uma arruada bem composta - mas muito longe de outras campanhas eleitorais feitas em Almada pelos comunistas- fez o arranque da campanha de hoje da CDU. Jerónimo estava em casa, numa "terra que é "um dos nossos ex-libris da gestão autárquica", disse ao lado da presidente de Câmara, Maria Emília Sousa, que agora cumpre o seu último mandato.

Mas foi sobre as crianças, primeiro, e depois sobre o salário mínimo nacional que o líder comunista falou. Assinalando, por antecipação, o Dia Internacional da Criança que amanhã se assinala, Jerónimo criticou que "mais de 630 mil famílias" tenham sido "espoliadas" dos abonos familiares e lamentou o aumento das situações de pobreza no País.

Mais tarde, antes de se encontrar para um almoço com os 28 autarcas eleitos pela CDU em todo o País, Jerónimo respondeu à habitual ronda de perguntas dos jornalistas. Sobre uma vista espantosa de Lisboa sobre o Tejo, o líder comunista lembrou que está na corrida para ter um bom resultado e mesmo que a participação num "Governo é uma questão central".

Até lá, porém, a oposição é o papel principal que a CDU pretende desempenhar. A crítica ao Governo esteve aqui em primeiro plano, retomando Jerónimo de Sousa as críticas à falta de atualização do salário mínimo nacional. "Há um silêncio de chumbo" sobre esta matéria, disse, apontando o dedo ao Governo de José Sócrates que "ainda está em funções e prometeu uma avaliação do caso até final do mês de Maio". "Nem avaliação, nem resposta", concluiu o líder comunista exigindo ao Governo que "responda!" a uma medida que atinge milhares de trabalhadores. "São apenas mais 25 euros mensais", sublinha Jerónimo de Sousa.

fonte:http://aeiou.expresso.pt

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Maio 30 2011

líder comunista defendeu um "grande debate interno" sobre a permanência de Portugal noeuro.

 

Jerónimo de Sousa acha que a eventual saída de Portugal do euro não deve ser "uma questão tabu" ou um dossier "fechado ad eternum". O líder comunista, que falava numa sessão de convívio com trabalhadores das oficinas da Câmara de Santiago do Cacém, defendeu um "grande debate interno" sobre esta questão que, em última análise, deve ser decidida "pelo povo".

 

Em resposta às perguntas dos jornalistas, Jerrónimo de Sousa saiu um pouco do guião habitual nesta campanha eleitoral e referiu-se a cenários possíveis do pós acordo FMI. Considerando que "Portugal não pode ser pisado" e que as autoridades europeias "não podem expulsar-nos depois de nos roerem a carne e de nos quererem roer os ossos", o líder do PCP nem sequer quis "antecipar conclusões" antes da questão poder ser discutida "e de se encontrarem respostas no quadro constitucional português".

Jerónimo, acompanhado pelo cabeça de lista em Setúbal, Francisco Lopes e ainda pelo presidente da Câmara de Santiago do Cacém, Vitor Proença, apelou aos trabalhadores da Cãmara - reunidos nas oficinas municipais - para que votassem na CDU. Sublinhando por várias vezes que "já aqui estivemos várias vezes", lembrou que foi sempre a CDU a "estar do lado certo" e "na linha da frente das lutas já travadas e daquelas que aí virão".

fonte:http://aeiou.expresso.pt/

publicado por adm às 22:09

Maio 30 2011

O cabeça-de-lista da CDU por Évora acusou, este domingo à tarde, o PS de "recorrer à ameaça, à chantagem e ao medo para condicionar o voto". João Oliveira disse que um "presidente de uma câmara do Sul de Évora" chamou uma centena de trabalhadores precários a quem prometeu que "seriam novamente chamados" após as eleições se escolherem votar nos socialistas.

Recusando-se a nomear o alvo das críticas, para "não prejudicar os trabalhadores", João Oliveira lançou a acusação em Évora, num comício que encheu o Teatro Garcia de Resende.

O primeiro candidato pelo distrito aproveitou para lançar outra denúncia, desta vez identificando o alvo : o secretário de Estado da Energia, Carlos Zorrinho, que é o cabeça-de-lista do PS por Évora.

"Inaugurou um call-center que já se encontrava em funcionamento há cinco anos", criticou João Oliveira, explicando depois que estava a referir-se a uma inauguração que ocorreu há cerca de dois meses. A Zorrinho acusou de, pelo contrário, nada fazer para combater a precariedade dos trabalhadores.

fonte:http://www.jn.pt/

publicado por adm às 13:42
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Maio 29 2011

As eleições apenas serão genuínas em termos de resultado se PS, PSD e CDS "assumirem aquilo que assinaram" e o que pretendem fazer para cumprir o programa da "troika", avisou, este domingo à tarde, Jerónimo de Sousa, após uma mega-feijoada, acusando-os de serem "hipócritas" e meros "figurantes".

Num almoço com um milhar de apoiantes, em Alpiarça, distrito de Santarém, o líder comunista disse que aqueles partidos "assinaram uma coisa bem diferente do que aquilo que proclamam nestas eleições". E avisou que a luta continuará depois do próximo dia 5, mote para pedir um reforço da CDU.

Se PS, PSD e CDS quiserem um resultado verdadeiro no próximo domingo, em vez dos portugueses votarem "enganados", então "eles os três" têm que dizer que apoiaram o congelamento de salários e pensões, os cortes na saúde, o aumento dos impostos e custo de vida, exemplificou Jerónimo de Sousa, sublinhando que "está lá tudo preto no branco".

"Os resultados das eleições do dia 5 não serão genuínos se PSD, PS e CDS não assumirem perante o povo português aquilo que assinaram e que querem fazer, tendo em conta o compromisso" que subscreveram com a "troika" estrangeira, advertiu o secretário-geral do PCP. Aos três partidos, disse que "nunca passarão de figurantes" ou de "actores" porque "estão às ordens da 'troika'".

Do mesmo modo, atribuiu-lhes uma campanha em que discutem entre si "quanto é que se distribui de pastas" e em que prevalece "o não dito".

Além disso, o candidato denunciou "o aproveitamento da crise" para regredir em termos de direitos laborais, argumentando que a facilitação de despedimentos "não tem nada a ver com as contas públicas".

"A CDU não troca uma partilha de poder por uma política de verdade", assegurou o benfiquista Jerónimo de Sousa, perante uma sala cheia, no clube desportivo local "Os Águias". Esta coligação do PCP com o Partido Ecologista Os Verdes "usará os votos não para meter no bolso, mas para dar força à luta que vai ter de continuar" após as eleições.

fonte_:http://www.jn.pt/

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Maio 27 2011

Embalado pelo apoio que recebeu no mercado de Olhão, o principal candidato da CDU, Jerónimo de Sousa, disse estar confiante de que a candidatura conseguirá voltar a eleger em Faro. A José Sócrates, pediu "um rasgo social", no sentido de concretizar o aumento do Salário Mínimo Nacional conforme previsto.

No final da visita ao mercado, o líder comunista recordou que o aumento para 500 euros estava, primeiro, previsto para Janeiro e, depois, foi adiado para Maio, mês que está a chegar ao fim. Isto no âmbito daquilo que foi acordado com as centrais sindicais e entidades patronais, sublinhou.

"Neste quadro tão difícil, era importante que o Governo, num rasgo social, cumprisse esse compromisso", argumentou o líder comunista, notando que "estamos a chegar ao final do mês" e o Governo ainda não cumpriu aquela que é uma "obrigação do Estado".

Jerónimo disse, ainda, esperar que "Portugal não volte a assistir à vergonha, à chaga e atentado ao direito à vida que é um trabalhador não receber ao fim do mês". O candidato referia-se aos números de 2010 da Autoridade para as Condições de Trabalho que, de acordo com o Público, detectou 16092 trabalhadores com salários em atraso. O valor em dívida ascendia a 28,4 milhões de euros.

Quanto à meta eleitoral para Faro, disse acreditar que a CDU "voltará a eleger um deputado", não só pelo facto de ter havido um aumento do número de eleitos pelo distrito, dado o crescimento da população, mas sobretudo pela forma como diz ser acolhido pela população.

fonte:http://www.jn.pt/

publicado por adm às 23:08
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Maio 23 2011

Se as eleições legislativas de 5 de Junho se realizassem hoje o PSD venceria com 39,6% dos votos, contra 33,2% do PS, indica uma projecção da sondagem da Intercampus para a TVI e Público. O CDS-PP cai para 12,1%, enquanto a CDU recua para 6,6% e o BE tomba para 5,8%.

Face à sondagem da passada sexta-feira, ainda antes do debate entre José Sócrates e Pedro Passos Coelho, o PSD ganha 3,9 pontos, sendo o único partido a subir. O PS perde 0,9 pontos, enquanto o CDS-PP cai 0,7 pontos, a CDU desce 0,9 pontos e o Bloco de Esquerda recua 1,2 pontos. A votação noutros partidos situa-se em 3%.

Com estes resultados, PSD e CDS-PP obtêm a maioria absoluta, somando 51,7% dos votos.

A projecção foi baseada numa sondagem efectuada entre 18 e 22 de Maio através de 1.021 entrevistas telefónicas. O erro de amostragem, para um intervalo de confiança de 95%, é de mais ou menos 3,06%. 

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=512115

publicado por adm às 22:41

Maio 16 2011

Jerónimo de Sousa e José Sócrates só estiveram de acordo nas críticas ao Partido Social Democrata.

O primeiro debate da campanha eleitoral até começou com alguma força, mas ambos os líderes foram perdendo o vigor com o decorrer do tempo. Jerónimo de Sousa começou por atacar o programa socialista, reiterando que PS, CDS e PSD tinham um programa comum - o da 'troika' - e sublinhando que José Sócrates "defende o Estado Social mas tem uma forma esquisita de o fazer", disse durante o debate moderado por Clara de Sousa, na SIC.

O líder comunista afirma que "a redução do fundo de desemprego para desempregados" e o fim do abono de família para muitos são exemplo disso mesmo.

Por seu lado, José Sócrates acusou o PCP de ter exactamente "o mesmo programa eleitoral que em 2009", ao qual "junta um aditamento com muito poucas folhas", o que representa, nas palavras do líder socialista, "uma certa falta de respeito pelos eleitores. Muitas coisas aconteceram este ano", salienta, acrescentado ainda que o PCP defende a "reestruturação da dívida, a saída do euro e a nacionalização de grande parte dos sectores", o que é algo que não entende.

"Isto significaria regressar ao passado", acusou o líder socialista. "E não sei onde ia arranjar o dinheiro para comprar estas empresas", questionou.

Jerónimo de Sousa ripostou, afirmando que assistiu "a uma operação fantástica de José Sócrates, a dizer que conseguimos um acordo fantástico" [com a troika internacional]  e que "José Sócrates tem o dom da palavra mas não é capaz de dizer que o que está aqui [no memorando de entendimento] escrito é que a vida dos portugueses vai piorar".

E garantiu: "ainda havemos de assistir ao candidato José Sócrates a defender uma posição de necessidade de reestruturação da dívida. O exemplo da Grécia é paradigmático", alertou.

O primeiro-ministro demissionário garantiu, por seu lado, que "nunca escondi nenhuma medida. Eu apresentei-as ao povo português. Todas as medidas orçamentais [que constam no memorando de entendimento]estão no PEC IV", garantiu. "Este memorando não tem medidas orçamentais a mais em 2011. São corajosas e necessárias", disse.

Os dois responsáveis mostraram-se, no entanto, bastante concertados quando as críticas visaram o principal partido da oposição. Tanto José Sócrates como Jerónimo de Sousa desdobraram-se em críticas ao PSD, acusando Passos Coelho de cometer um "erro" ao querer baixar abruptamente a taxa Social Única (TSU). Aliás, segundo José Sócrates, esse é mesmo o principal ponto onde os programas eleitorais do PS e do PSD divergem.

"Este acordo tem mta margem de manobra: é muito diferente a perspectiva dos partidos sobre a aplicação deste acordo. A melhor demonstração é por exemplo, quando se discutiu a TSU", garante Sócrates. " E as propostas nas áreas da educação e da saúde comprovam como é diferente aplicar este programa com um governo PS ou PSD".

No mesmo sentido, Jerónimo de Sousa referiu ser "inaceitável e incompreensível que se esteja a ver apenas no factor trabalho a possisbildiade da redução de custos".

Amanhã a ronda de debates prossegue com o frente-a-frente entre Passos Coelho e Francisco Louçã.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 23:18

Maio 12 2011

Foram 45 minutos de frente-a-frente na RTP em que as críticas mútuas foram residuais entre Jerónimo de Sousa, líder do PCP, e Francisco Louçã, coordenador do Bloco de Esquerda (BE).

 

As atenções dos dois centraram-se no PS, nas suas “políticas de direita” e na exigência que José Sócrates desfaça o “enigma” e diga como vai fazer a “redução drástica” nas contribuições da Segurança Social acordada com a missão da troika. 

Jerónimo e Louçã uniram-se no ataque aos socialistas e na exigência de explicações sobre o acordo entre o Governo e a missão da UE, BCE e FMI, que prevê “um corte gigantesco nas contribuições para a segurança social”. 

“É uma proposta que visa comprometer o direito à segurança social”, resumiu Jerónimo neste debate dos líderes dos dois partidos mais à esquerda antes das legislativas de 5 de Junho. 

“Com esta proposta caminha-se para a privatização da segurança social”, afirmou Louçã. 

Os dois líderes recusaram entendimentos com o PS de Sócrates. Embora o líder comunista tenha pronunciado uma diferença. “Não personalizamos”, disse, para dizer que tanto lhe faz o PS ser liderado por José Sócrates ou não. 

Contra as duas troikas, a da UE/BCE/FMI e a do PS, PSD e CDS (os partidos que apoiaram o acordo), Jerónimo e Louçã concordaram que o empréstimo poderá servir para pagar mais empréstimos. 

“Nós estamos a endividar-nos para pagar dívida”, alertou Louçã. E sobre a reestruturação da dívida, Jerónimo de Sousa alertou que o país pode evoluir para uma situação em que “a dívida não é pagável”. 

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 23:01

Abril 20 2011

A cabeça de lista da CDU por Portalegre às eleições legislativas, Luísa Araújo, considera fundamental o desenvolvimento do sector agro-pecuário e um apoio mais efectivo à agricultura, como forma de promover o desenvolvimento do Alto Alentejo.

Luísa Araújo, que falava, terça feira, em Portalegre, na apresentação da lista de candidatos a deputados da CDU pelo Norte Alentejano, reclama ainda mais e melhores acessibilidades, bem como a construção da barragem do Pisão.

A lista da CDU por Portalegre às legislativas de 05 de junho, liderada por Luísa Araújo, integra como segundo elemento, Joaquim Lopes, da Concelhia da CDU de Ponte de Sôr, que em 2009 foi o cabeça de lista.

Fernanda Bacalhau e Nuno Silva, são os suplentes da lista da Coligação Democrática Unitária.

fonte:http://www.radioportalegre.pt/

publicado por adm às 23:47
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