Eleições Legislativas 2011

Maio 24 2011

O presidente do Partido Nacional Renovador (PNR) apresenta-se na corrida às legislativas de 05 de junho propondo a reposição das fronteiras, o protecionismo à produção e às famílias portuguesas e com críticas à "imigração de porta aberta".

"O nosso caminho é de protecionismo, de apoio às empresas portuguesas, ao comércio tradicional, que está pelas ruas da amargura, ao trabalhador e à família portuguesa. Isso não é possível num País onde a fiscalidade é surrealista. Somos sufocados com cargas fiscais que não têm qualquer paralelo com o que os portugueses ganham", disse, em entrevista à Agência Lusa.

Para Pinto Coelho, há que "repor as fronteiras, taxar os produtos vindos de fora, sobretudo aqueles que vêm do mercado hipócrita - da China, que todos sabemos que são concorrência desleal, fabricados com mão de obra escrava, que o Ocidente tanto se insurge, mas cinicamente apoia, em nome do lucro".

"Voltar a cultivar os campos, ganhar soberania na nossa ZEE (Zona Económica Exclusiva) do Mar, que está a ser usufruída pelos espanhóis, e renegociar tudo o que seja possível com a UE a nosso favor", são outras ideias preconizadas pelo PNR para "proteger a produção nacional", também através da baixa de impostos sobre rendimento (IRS e IRC) e apoios a "quem quer ser empreendedor no setor primário e secundário", além de atenções especiais "à família e à maternidade" e ao "interior do país que está cada vez mais despovoado".

Por outro lado, o PNR mostra-se "contra as políticas suicidas de imigração de porta aberta" e "subsídio-dependência", à exceção dos estrangeiros que se encontram em Portugal "por bem, a trabalhar", em virtude de considerar que o "multiculturalismo destrói a identidade" e gera tensões sociais.

"Nós estamos a importar maciçamente imigração de modo descontrolado e a conferir-lhes nacionalidade portuguesa de modo administrativo. O PNR advoga o 'jus-sanguinis', ou seja, é português quem é filho de português. Não é por um cão nascer numa capoeira que passa a ser galinha, cão é cão, nasça onde nascer", afirmou Pinto Coelho.

Pinto Coelho acredita num crescimento "substancial" dos votos no PNR, mas reiterou as dificuldades sentidas pelo partido em dar-se a conhecer aos eleitores devido às "migalhas de tempo de antena", apontando um "ciclo vicioso": "como não temos voz, não temos votos".

"No dia em que o PNR entre na Assembleia da República e esteja de igual para igual com os outros partidos no acesso à Comunicação Social, não tenho dúvidas de que o crescimento não para mais. A partir desse dia, os Portugueses passam a conhecer o PNR e vai ser crescer sem parar", afirmou.

O PNR, que obteve 11.503 votos (0,2 por cento) nas eleições legislativas de 2009, concorre agora com listas em todos os 22 círculos eleitorais, mas sublinha que o "regime e os partidos do arco do Poder" estão "podres", já "tiraram o que tinham a tirar" e que, "se fosse há 25 ou 35 anos atrás, já tinha havido uma revolução", sugerindo uma "mudança de regime, de modo pacífico, para correr com estes políticos todos que nos têm desgovernado".

Fonte:lusa

publicado por adm às 13:42
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Abril 23 2011

O Partido Nacional Renovador (PNR) vai estar presente, pela primeira vez, em todos os 22 círculos eleitorais nas próximas eleições legislativas.

"Já entregámos em todos os tribunais as listas completas de candidatos a todos os círculos", afirmou o presidente do PNR, José Pinto Coelho, à Agência Lusa.

Para Pinto Coelho, que é o cabeça de lista por Lisboa, esta presença do partido nos 22 círculos eleitorais representa "um sucesso e uma grande vitória".

Nas legislativas de 5 de Junho, o PNR pretende "consolidar um claro crescimento eleitoral", mas não define como objectivo a eleição de um deputado à Assembleia da República.

"Não vejo a eleição de um deputado como uma impossibilidade, mas teríamos que crescer quatro vezes no distrito de Lisboa", reconheceu Pinto Coelho.

Num comunicado, o PNR anuncia que dará arranque à campanha eleitoral no dia 1 de Maio, em Coimbra, uma campanha que "se pautará pela sobriedade de meios, mas pelo activismo e militância".

fonte:http://www.jn.pt/P

publicado por adm às 00:41

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