Eleições Legislativas 2011

Junho 06 2011

O Presidente da República convidou esta segunda-feira Pedro Passos Coelho a formar Governo com “apoio parlamentar maioritário” e pediu-lhe urgência na sua formação.

 

Estas diligências devem ser feitas antes mesmo da publicação do mapa do acto eleitoral pela Comissão Nacional de Eleições (CNE), o que deverá acontecer até 25 de Junho.

Passos Coelho esteve reunido durante mais de uma hora e meia no Palácio de Belém com o Presidente Cavaco Silva.No final, Passos apenas disse que não iria fazer comentários, remetendo todas as explicações para um comunicado da Presidência, que aconteceu pouco antes das 17h30.

Nunes Liberato, chefe da Casa Civil da Presidência, leu então um comunicado em que anunciava que Cavaco Silva pedira a Pedro Passos Coelho, enquanto líder do partido vencedor das legislativas de domingo, a “desenvolver de imediato diligências com vista a propor uma solução governativa que disponha de apoio parlamentar maioritário e consistente”.

De acordo com os resultados, PSD e CDS têm, juntos, essa maioria absoluta na Assembleia da República de 129 deputados num total de 230.

O Presidente afirmar confiar “no sentido de responsabilidade e abertura ao diálogo” de todos os partidos de modo “a que Portugal disponha de condições políticas para enfrentar a grave situação económica e social em que se encontra”. 

Com esta iniciativa, sem antes esperar pela publicação dos resultados oficiais, o Presidente mostrou a urgência que coloca na formação do Governo.

O prazo mais curto possível – de 18 dias – inclui o apuramento dos votos da emigração e a publicação dos resultados em Diário da República.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 23:28

Junho 04 2011

O chefe de Estado não poderia ser mais claro no apelo contra a abstenção. "Só quem vota poderá legitimamente exigir o melhor do próximo governo", defendeu este sábado, dia de reflexão, em véspera das eleições legislativas.

 

Numa comunicação ao País antes do jogo entre a Selecção Nacional e a Noruega, Cavaco Silva sublinhou o momento decisivo, crítico, e as razões acrescidas para se ir votar.
 
"Se abdicarem de votar, não têm depois autoridade para criticar as políticas públicas. Só quem vota poderá legitimamente exigir o melhor do próximo governo", avisou Cavaco Silva na tradicional mensagem em dia de reflexão.

O futuro Executivo terá a responsabilidade de "honrar os compromissos assumidos, que são de uma grande exigência", mas,  "ao contrário do que por vezes se diz", a acção governativa "não vai estar limitada ao cumprimento do memorando de entendimento que foi acordado com as instituições internacionais", argumentou o Presidente da República.

Para o efeito, voltou a elencar que é preciso acautelar a "justiça social", permitir condições de "crescimento económico" e combater o desemprego.

Nos apelos para que os portugueses exercem neste domingo o seu direito de voto, Cavaco deixou uma palavra, em particular, aos milhares de eleitores  desempregados e aos jovens.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

publicado por adm às 22:12
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