Eleições Legislativas 2011

Junho 05 2011

António Costa não fala sobre sucessão no PS e recusa falar sobre si próprio.

 

António Costa recusou-se hoje na SIC a prever qualquer cenário em relação a uma possível sucessão de José Sócrates, líder do Partido Socialista.

"Essa avaliação é o próprio que tem de a fazer", afirmou em resposta a uma pergunta de Clara de Sousa e na qual se recusou a falar de si próprio. 

"A tradição no PS é assumir coletivamente as derrotas e as vitórias, as lideranças não mudam necessariamente em função dios resultados eleitorais", disse.

Derrota pesada, diz Miguel Portas

Já Miguel Portas qualificou como "derrota pesada" os resultados que as projeções atribuem ao BE, entre 4,5% a 6,7%.

É uma responsabilidade coletiva da direção do Bloco, que se será discutida com tempo", afirmou, reconhecendo que "vai obrigar a muito trabalho."

fonte:http://aeiou.expresso.pt/a

publicado por adm às 21:05
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Junho 05 2011

O mininstro e dirigente socialista Vieira da Silva foi o primeiro a reagir às sondagens, reconhecendo que estas fornecem «resultados claros e que o PS pretende reconhecer»: «Todas apontam para vitória do PSD e derrota do PS», disse.

Umas eleições que «irão marcar uma viragem no quadro político no nosso país», acrescentou ainda.

Vieira da Silva dirigiu ainda palavras de agradecimento aos socialistas, «todos deram o melhor de si mesmo». 

fonte:http://sol.sapo.pt/i

publicado por adm às 20:18
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Junho 05 2011

O deputado socialista Vitalino Canas considerou hoje que uma “derrota honrosa” do PS nas eleições legislativas de hoje seria ficar “perto do resultado do primeiro”.

 

“Uma derrota honrosa é sempre uma derrota em que o PS fique perto do resultado do primeiro. Mas eu creio que o PS está a lutar pela vitória”, disse, questionado pelos jornalistas, à chegada ao hotel onde a direcção socialista acompanha a noite eleitoral. 

Interrogado sobre a possibilidade de o secretário-geral, José Sócrates, se afastar da liderança face a um eventual resultado negativo para o PS, o dirigente socialista afirmou: “É muito cedo para estarmos a falar disso”.

“Estamos conscientes da dificuldade destas eleições para o PS, como é óbvio. Mas creio que o PS mostrou nestas eleições que está capaz de continuar a governar”, afirmou. 

Também à chegada ao “quartel-general” socialista para a noite eleitoral, o ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, escusou-se a comentar a possibilidade de uma derrota do PS nas eleições, afirmando esperar pelo fecho das urnas.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 19:56
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Junho 03 2011

Fernando Medina, cabeça de lista socialista pelo distrito de Viana do Castelo, pediu aos apoiantes da “extrema-esquerda que não governa nem quer governar” para votarem no PS.

 

Medina falava num comício na lotada Praça da República, na noite em que a caravana socialista se despediu do Norte do país. Num apelo ao voto útil no PS, contestou o chamado voto de protesto na CDU e no Bloco de Esquerda e acusou a “extrema-esquerda que não governa” de “não querer governar”, de “não apoiar o governo” e de “não ajudar a enfrentar os problemas do país”.

As críticas à direita ficaram reservadas para o secretário-geral José Sócrates, que disse ter “ouvido dizer” que entre o PSD e o CDS “começaram os arrufos”. “Grande sinal que dão ao país. O povo ainda não votou e já mostram sinais de divergência”, apontou.

Tal como aconteceu ao longo de toda a campanha Sócrates insistiu na necessidade de diálogo e entendimento entre as principais forças políticas. E sublinhou que só o PS consegue dialogar “à direita e à esquerda”.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 13:57
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Junho 02 2011

A tradicional descida da Rua de Santa Catarina, no Porto, das caravanas do PS e do PSD, hoje à tarde, que acontecem num intervalo de uma hora, fez soar as campainhas das direcções distritais dos dois partidos.

 

Para evitar qualquer incidente entre as duas caravanas, com Pedro Passos Coelho e José Sócrates, os líderes das distritais, Marco António Costa (PSD) e Renato Sampaio (PS), falaram hoje durante a manhã para acertarem a melhor forma de os apoiantes de ambas as candidaturas não se cruzarem.

A ideia passa por deixar que os apoiantes do PS, o primeiro partido a fazer a arruada, dispersem antes de a caravana social-democrata ocupar a Rua de Santa Catarina, para onde o PSD espera a presença de muitos apoiantes.

Por essa razão, pode acontecer que Pedro Passos Coelho poderá atrasar um pouco a sua chegada à baixa do Porto.

Hoje de manhã, o líder do PSD fez arruadas, com micro-comícios, em Ermesinde e Maia. Com muita gente à sua volta, Passos foi questionado pelos jornalistas sobre se confia numa vitória no domingo. “No domingo é que veremos”, respondeu.

Em Ermesinde, Passos Coelho colocou a tónica na necessidade de se dar prioridade na política aos valores da verdade, da ética e da tolerância na política, e “sem arrogância” – na senda daquilo que dissera, na véspera, em Aveiro, o ex-líder do PSD Marcelo Rebelo de Sousa.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 13:36
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Junho 02 2011

Manuel Pinho reapareceu esta noite na vida política nacional. E fê-lo para defender uma reedição do Bloco Central.

 

O antigo ministro da Economia do Governo PS, que se demitiu em Julho de 2009 na sequência de um gesto (fez uns chifres à bancada do PCP em pleno debate do Estado da Nação), esteve esta noite em Santa Maria da Feira, num comício do PS, para evocar a experiência do Bloco Central nos anos 80.

Lembrou a aliança entre Mário Soares e Mota Pinto, então líderes do PS e do PSD, respectivamente, num Executivo de Bloco Central que governou entre 1983 e 1985. E afirmou: “Perante esta situação difícil há toda a vantagem de ter um Governo com toda a unidade possível.”

Neste contexto, Pinho frisou que a reunião dos anteriores e actual chefes de Estado nas comemorações do 25 de Abril não aconteceu “por acaso”. “Fizeram um apelo à unidade. Não reuniram apenas para não existirem insultos, mas para existir unidade”, afirmou, alertando ainda que “se ao fim de 18 meses não entregarmos a carta a Garcia ficamos como a Grécia, ou pior”.

A intervenção de Manuel Pinho foi bastante aplaudida e teve alguns momentos de humor. O antigo governante, que é agora professor convidado na Universidade de Columbia em Nova Iorque, lembrou que na década de 1980 trabalhou no Fundo Monetário Internacional (“ninguém é perfeito”, brincou) e que nas reuniões em Lisboa, de três em três meses, com Torres Couto, Carvalho da Silva e Ferraz da Costa “todos eram patriotas”. “Aos funcionários do FMI era impossível saber o que se passava em Portugal. Porque eles contavam uma história...”, afirmou.

Pinho citou ainda o ditado “muito medo, menos vergonha” para manifestar a sua surpresa em relação aos “ataques” e “insultos” vindos “daquelas alminhas” do PSD. E comentou: “A crise moral é muito maior do que a crise económica.”

E para ilustrar a tal “crise moral” que existe no país, apresentou um exemplo norte-americano, enganando-se, porém, no cargo de Joe Smith, que, na verdade, é congressista republicano, e não senador: “Vou contar-vos uma história. Eu agora vivo parte do ano nos Estados Unidos e em 2009, quando estava em debate um tema muito fracturante no Senado, a reforma da Saúde de Obama, um senador do Arizona [SIC], Joe Smith, ousou chamar mentiroso ao Presidente Obama. Pois sabem o que fez a bancada dos republicanos? Obrigou-o a levantar-se e pedir desculpas públicas. Não se chamam determinados nomes a um Presidente, a um primeiro-ministro e aqui as palavras que estamos a usar mostram uma crise moral muitíssimo maior do que a crise financeira.”

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 13:36
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Junho 01 2011

Enquanto Sócrates falava dentro de um restaurante, em Torres Vedras, vários “jotinhas” e dois autarcas locais rodeavam e berravam contra quatro manifestantes de uma escola com contrato de associação. “É isso que lhe ensinam na escola”, perguntava o líder do PS.

 

Tudo começou ainda antes de o líder do PS chegar ao restaurante Severianos, em Torres Vedras. Uma avioneta, pilotada por um antigo aluno do Externato Póvoa de Penafirme, sobrevoava o local, com uma manga na qual se podia ler “Penafirme ensino público e gratuito”.

Não muito longe do restaurante, estava também um camião com uma faixa que dizia “1800 crianças perdem a sua escola. Porreiro pá!”, e ao lado cerca de 40 a 50 pessoas num protesto pacífico. A comitiva passou sem parar; foi à entrada do restaurante que a situação se complicou. 

No salão de festas, onde iria decorrer o almoço, quatro pessoas ligadas ao Externato (dois pais e dois jovens alunos), que tinham reservado uma mesa para oito pessoas, estavam sentados à espera de Sócrates. Foram reconhecidos por elementos do PS de Torres Vedras e autarcas locais, que os avisaram de que ali seria proibido qualquer discurso ou protesto. 

Paulo Gonçalves, presidente da Associação de Pais, que estava à mesa, respondeu que o objectivo da sua presença ali era pacífico e pretendia apenas manifestar o descontentamento face à política do Governo para as escolas com contrato de associação: “A ideia seria levantarmo-nos quando Sócrates começasse a falar”, explicou ao PÚBLICO. 

Contudo, depois de terem sido reconhecidos, foram rodeados por vários “jotinhas” e dois adultos que, segundo Gonçalves, o “ameaçaram” e começaram a “empurrar”. “Dada a minha condição física – tenho uma doença crónica e 60 por cento de incapacidade de movimento nas pernas – qualquer empurrão é violento”, disse. 

O grupo que os rodeou escoltou as quatro pessoas até ao exterior. E foi então que se assistiu a grande discussão e confusão, envolvendo, entre outros, o vereador Carlos Bernardes e o presidente da Câmara de Torres Vedras, Carlos Miguel. 

Segundo Gonçalves, foi Carlos Bernardes quem se mostrou mais agressivo, utilizando “linguagem vernacular”, além de lhes chamar “palhaços” e miseráveis”. A tudo isto assistiu o comandante da GNR local – aliás, nunca nenhum almoço da campanha do PS contou com tão grande efectivo de agentes da autoridade. 

Ao PÚBLICO, o presidente da Câmara de Torres Vedras garantiu que não houve insultos. “Não insultei ninguém, nem fui insultado. Não ouvi nenhum insulto”, garantiu. O autarca disse que “simplesmente lhes comuniquei que não achava de bom tom estar um dirigente do CDS a estragar uma festa que é do PS e disse-lhes que há outras formas de se manifestarem”. Carlos Miguel informou-os ainda, contou, da sua “indignidade” com a circulação de um “panfleto anónimo que tem sido distribuído por todo o concelho de Torres Vedras” e que pede aos eleitores para não votarem nem no PS, nem no Bloco de Esquerda, em nome da defesa do Externato. 

O autarca assegurou que “se tivessem falado comigo antes com certeza encontraria um local onde se pudessem reunir com o primeiro-ministro, como já fiz com a ministra da Educação. Se me telefonassem a avisar, arranjaria cinco minutos para o primeiro-ministro falar com os pais. Mas o que eles queriam era provocar desacatos”, lamentou. 

Luís Marinho, também da Associação de Pais e que foi acusado de ser do CDS, explicou ao PÚBLICO que o Externato não poderia fazer manifestações junto das campanhas do PSD, CDS e CDU. “Porque são os únicos partidos que estão interessados na nossa causa”, argumentou. 

José Sócrates não assistiu à discussão acalorada no exterior. Mas quando discursou não ignorou o protesto. “Todas as manifestações são legítimas, acolho-as sempre com muita tolerância, mas não me desvio dos meus pontos de vista”, disse, apontando ainda que os manifestantes “não têm razão”. “Não aceito que se financie mais o privado do que a escola pública”, acrescentou. 

 

Os apoiantes aplaudiram e Sócrates continuou, dando um conselho:” Podem integrar campanhas de outros partidos. Agora vir incomodar os outros… Será que é isso que lhes ensinam na escola? É esse o exemplo que querem dar ao país? Nunca pensei que tivesse de regressar a este tema na campanha. Mas aos sectores agressivos temos de lembrar que o PS é o partido da liberdade, da democracia e da tolerância.” À saída do restaurante, José Sócrates escusou-se a fazer mais comentários sobre o assunto. 

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 22:49
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Junho 01 2011

O líder do PS voltou a ter de lidar com uma manifestação à porta de um comício seu. Em Torres Vedras, à hora do almoço, uma vintena de pessoas protestava pelo fim do contrato de associação dum externato da zona com o Estado. No ar, uma avioneta passeava uma faixa alusiva à contestação.

 

Não é todos os dias que um grupo de manifestantes recorre a um meio aéreo para fazer passar a sua mensagem. E José Sócrates não deixou passar em branco o insólito: "Não nos deixamos impressionar por manifestações, muito menos por manifestações luxuosas", garantiu, ironizando com o facto de alguém "reclamar dinheiro do Estado utilizando meios caros": "Nunca vi", disse.

 

Não chegou a ser um incidente, mas esteve perto disso. Na estrada nacional 8, entre Torres Vedras e a Lourinhã, à distância dos 150 metros que a lei exige que estejam em relação ao lugar comício, 18 pessoas chamavam a atenção para um reboque coberto por uma lona preta onde se lia, inscrito a branco:  "1800 crianças perdem a sua escola. Porreiro, pá". Por cima do restaurante onde várias centenas de apoiantes do PS esperavam a chegada de Sócrates para o almoço, uma avioneta rodopiava no ar, arrastando uma faixa: "Penafirme Ensino Público gratuito".

"Escaldada" pelos incidentes de Faro, na semana passada - quando um grupo de manifestantes escolheu o local do comício do PS para protestar pela introdução de portagens na Via do Infante, acabando um deles por ser detido pela polícia -, a organização da campanha socialista redobrou a vigilância.  E rapidamente percebeu que quatro dos manifestantes (dois adultos e duas crianças) estavam sentados à mesa e preparavam-se para interromper Sócrates quando este começasse a falar.

Foi relativamente discreta a movimentação na sala e bem sucedidos os esforços para fazerem sair os manifestantes da sala. Mas já cá fora, à porta do restaurante, os ânimos ainda se exaltaram com o presidente socialista da Câmara de Torres Vedras indignado com a motivação dos intrusos, mostrando às câmaras um panfleto dos organizadores do protesto onde se incitava ao apelo ao voto no PSD, no CDS ou na CDU, mas não no PS nem no BE partidos que querem "acabar com o Externato Penafirme".

Lá dentro, Sócrates podia ter ignorado o sucedido. Mas preferiu dar-lhe resposta. Lamentando ter de voltar ao tema "manifestações" nesta campanha eleitoral, afirmando nunca "ter compreendido porque é que os que protestam não afirmam pela positiva os seus pontos de vista em vez de andarem insistentemente a criticar os dos outros", disse-lhes: "Acho que não têm razão".

"Não aceito que se financie mais o privado do que a escola pública", afirmou para justificar a renegociação levada a cabo pelo ministério da Educação com as escolas privadas com contrato de associação. "Se acham que se sobrepõem ao interesse geral, estão enganados", concluiu.

fonte:http://aeiou.expresso.pt/

publicado por adm às 22:45

Junho 01 2011

Com uma hora de diferença, PS CDU desceram a rua Morais Soares, em Lisboa. Na comparação dos militantes presentes, os socialistas ficaram a perder por grande diferença.

 

As eleições não se decidem por contagem de presenças em iniciativas de campanha. Mas, hoje, em Lisboa o confronto foi desvantajoso para os socialistas, depois de PS e CDU terem escolhido precisamente o mesmo lugar para a arruada do dia: a Morais Soares.

 

Ferro Rodrigues foi o primeiro a encabeçar um grupo de militantes. Chegou com Maria de Belém, Alberto Martins, Jorge Lacão, Vitalino Canas, mais um ramo de rosas vermelhas que tentava distribuir pelos comerciantes da zona e transeuntes. Teve várias recusas e nem mesmo os funcionários socialistas que ofereciam t-shirts e sacos do PS conseguiram quebrar o gelo entre a população. Eram poucas dezenas, liderados por uma banda que durante todo o percurso entoou o "Cheira Bem, Cheira a Lisboa".

Pouco tempo depois foi a vez de Jerónimo de Sousa fazer o mesmo. A comitiva da CDU integrava Bernardino Soares e Rita Rato, mas foi o secretário geral quem fez as despesas da arruada.

Aos gritos de "Não queremos cá o FMI" ou "a CDU avança com toda a confiança", eram centenas. Encerraram o trânsito numa das faixas de rodagem e terminaram com um breve comício na Praça do Chile. Jerónimo aproveitou para apelar a um último esforço para convencer os indecisos a votar na CDU.

fonte:http://aeiou.expresso.pt/

publicado por adm às 22:42
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Junho 01 2011

Sócrates estava já a discursar, no largo de Caneças, quando um homem começou a gritar “mentiroso, mentiroso”. Um membro do staff da campanha dirigiu-se de imediato ao manifestante e disse-lhe que seria melhor sair dali “para evitar problemas”.

 

O líder do PS estava a falar sobre “o sorriso na boca dos socialistas” e sobre a “luta com alegria e tranquilidade” desta campanha quando um homem, em cima de um banco, começou a gritar “mentiroso, mentiroso”. Sócrates deverá ter ouvido, mas não fez qualquer pausa na sua intervenção.

Mal se deu conta do protesto, um membro da comitiva socialista abordou-o e encaminhou-o para fora do largo. O indivíduo, um cidadão italiano fluente em português, saiu pacificamente. Ao PÚBLICO explicou que mora em Caneças e desconhecia a realização do comício do PS. “Achei que podia vir protestar, mas afinal não”, disse, reproduzindo ainda as palavras do membro da comitiva. “É melhor retirar-se para evitar problemas.”

Poucos minutos depois, num outro local, uma mulher, acompanhada pelo filho, gritou: “E os 150 mil postos de trabalho?”. Um dos jovens da caravana socialista deslocou-se logo para o lugar onde ela estava, utilizando uma grande bandeira como uma cortina para a ocultar. Ao PÚBLICO, Patrícia Quintão, explicou que está desempregada há um ano e é mãe solteira. “Foi-me reduzida a bonificação monoparental. Recebia 43 euros e agora recebo 20 euros”; explicou.

Quando Sócrates terminou a intervenção, Patrícia não estava muito longe do carro do primeiro-ministro demissionário, pelo que o “jotinha” encarregado de abafar o protesto mostrou-se bastante diligente ao acenar vigorosamente a bandeira – assim, Patrícia não poderia sequer ver o líder do PS.

Sócrates desceu do palco, entrou no carro e seguiu para Torres Vedras.

Ferro: “Estas são as eleições mais importantes desde o 25 de Abril”

Mas antes, verificava-se que a dramatização tinha regressado à campanha do PS. O cabeça de lista por Lisboa alertou que as eleições são “as mais importantes desde o 25 de Abril” e que uma liderança de direita poderá “arrasar” as conquistas sociais que tiveram origem nos Governos de António Guterres.

No pequeno comício ao ar livre em Caneças, Eduardo Ferro Rodrigues, caça de lista pelo círculo de Lisboa, começou a sua intervenção com vários alertas: “Estas são provavelmente as eleições mais importantes desde o 25 de Abril”, disse, apontando, mais tarde, que a vitória da direita no próximo domingo pode “arrasar” as conquistas na área social criadas ainda durante os Governos de António Guterres.

No entanto, ao discurso de dramatização seguiu-se o apelo ao “diálogo”, que foi igualmente propalado ontem à noite por António Costa, num comício em Leiria.

Ferro Rodrigues enveredou pelo mesmo caminho: “Só com o PS, que tem condições para formar um Governo, é que há uma situação de diálogo, abertura e tolerância.” E aproveitou para fazer o contraste com a campanha do PSD, que, afirmou, “tem feito ataques violentos e injustos a José Sócrates”.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 13:46
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