Eleições Legislativas 2011

Junho 01 2011

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, fez na Madeira uma declaração de guerra ao despesismo e desperdício do Estado ao nível da administração central, regional e central.

 

“Sem atacar ninguém e sem mencionar quem quer que seja”, como frisou, Portas fez do tema a questão central da intervenção no jantar-comício desta terça-feira com cerca de um milhar de apoiantes. Entre críticas indirectas à governação de Alberto João Jardim, defendeu que “é preciso gerir melhor, com mais cuidado” e “sem comprometer o amanhã com as dívidas de hoje”.

À conta da dívida pública nacional, referiu, cada português deve 17 mil euros, média inferior à da Madeira, onde “a dívida por cada habitante atinge os 24 mil”.

Disse também não poder ignorar o “escândalo” das parcerias público-privadas da Madeira, como fez em reacção às PPP do continente. E tal como criticou “as paletes de empresa públicas” a nível nacional, também não poupou reparos às “resmas de empresas públicas” nesta ilha.

“O tempo de ganhar eleições a fazer promessas”, de “governar com dinheiro que não existe”, “este ciclo tem de acabar”, preconizou. Reiterando o compromisso de “tudo fazer para que Portugal não passe pelo vexame que está a passar com entidades estrangeiras a determinar o que devemos fazer”, Portas advertiu que “não há ninguém disponível para aceitar sacrifícios” como estão a ser pedidos, “se continuar o desperdício no Estado, seja central, regional ou local”.

Por fim, convicto de que os portugueses vão “tirar Sócrates do poleiro” no domingo, Portas apelou a que dêem “força ao CDS para uma maioria de mudança”.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 13:48

Maio 31 2011

Portas fala em subir a representação em 16 distritos. Mas na verdade o CDS acredita que isso poderá acontecer, no máximo, em oito. Aí, chegaria a 30 deputados.

 

Paulo Portas está hoje na Madeira, o círculo eleitoral que valeu ao CDS, nas legislativas de 2009, a maior surpresa da noite - e correspondente ovação. Era a primeira vez que elegia nas regiões autónomas, e num círculo com apenas seis deputados. No domingo, Portas espera repetir a façanha nos Açores e, segundo tem dito, em mais três círculos onde o CDS não tem representantes: "Guarda, Vila Real e, provavelmente, Castelo Branco". São estes os distritos que Portas tem apontado para conquistar o primeiro deputado  - embora, dos quatro, os Açores sejam o único círculo eleitoral pelo qual a eleição tem uma boa probabilidade de acontecer.

 

Há uma diferença entre as metas assumidas publicamente pelo líder do CDS e a crença de que isso possa mesmo acontecer. Na noite passada, Portas enumerou 16 círculos por onde espera eleger o primeiro deputado ou acrescentar um aos existentes, lembrando que, em todos os casos, "se o CDS eleger um, ou mais um do que os que tem, quem perde é o PS."

Mas isso só tem boas hipóteses de acontecer, quanto muito, em 8 distritos.

Para além dos Açores, trata-se de Aveiro, Leiria, Setúbal, Porto, Lisboa e, com menor grau de probabilidade, Viseu e Braga. Juntando tudo, e tendo em conta que as sondagens dizem que o CDS pode crescer dois lugares em Lisboa, chegamos ao número mágico nas previsões dos centristas: 30 deputados, mais nove do que atualmente. Há outros distritos onde Portas fala em conseguir mais um deputado, mas a probabilidade disso acontecer é próxima de zero: Coimbra, Santarém, Viana do Castelo, Faro e Madeira.

Em todos estes distritos, Portas tem repetido a mesma mensagem, pensada sobretudo para a comunicação social local: um eleito centrista é menos um socialista, por isso "é essencial que o CDS consiga eleger [mais deputados]: se o CDS elege, o PS desce, e é assim que se consegue uma maioria de mudança em Portugal".

fonte:http://aeiou.expresso.pt/o

publicado por adm às 13:46

Maio 31 2011

Paulo Portas lançou esta segunda-feira um alerta para os dias que correm e para depois da campanha eleitoral.

 

Temos de manter a moderação e responsabilidade até ao fim antes e depois das eleições. Temos de manter a coerência agora e depois das eleições para que não digam que nos mentiram e [digam] que cumpriram”, disse esta noite o líder do CDS, num jantar em Oliveira do Bairro, Aveiro.

A poucos dias das eleições legislativas, Portas já tem uma certeza: “não há dúvida nenhuma de que o PS já perdeu”. Mas tem uma dúvida: “O que falta saber é o peso que o CDS vai ter”.

E pede força para poder pôr em prática oito das principais marcas do discurso CDS: “defender os mais pobres, puxar pelas pequenas e médias empresas, alterar o Código Contributivo relativo aos recibos verdes, valorizar a agricultura, defender uma política de segurança, recuperar a justiça sério, dar autoridade aos professores, não permitir o clientelismo e contrariar o caciquismo”.

Com as sondagens a apontar reforço da votação no partido, Paulo Portas insistiu na moderação dos discursos entre os partidos e questionou os motivos da “radicalização” da campanha. “Para quê dizer palavras de que se arrependam depois?”, perguntou.

E, mais uma vez, lembrou que PS, PSD e CDS vão ter de se entender para levar por diante uma revisão constitucional e outras leis que exigem dois terços dos deputados no Parlamento.

fonte:http://www.publico.pt/P

publicado por adm às 13:32

Maio 30 2011

O líder do CDS defendeu hoje que o Parlamento “vai ter de trabalhar durante todo o Verão” para cumprir os prazos estipulados pelo memorando da troika.

 

Lembrando os prazos estabelecidos por lei para formar Governo, Paulo Portas retomou uma proposta já avançada pelo CDS. “Disseram que estava a ser demagogo mas o Parlamento vai ter de trabalhar Julho, Agosto e Setembro se Portugal quiser ser um país que cumpre os seus compromissos”, disse o líder centrista, na Guarda, no final de um encontro com a direcção da associação de empresários daquela região. 

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 22:12

Maio 29 2011

Paulo Portas apresentou esta noite o modelo de governo com 12 ministros, proposto pelo CDS, como a prova "da experiência, do equilíbrio e do bom senso", ao contrário dos "16 ministros pouco competentes do Governo do PS e dos tais 10 ministérios pouco pensados apresentados pelo PSD".

 

Segundo Portas, a dúzia de ministros organizada pelo CDS, e apresentada no manifesto eleitoral do partido cumpre a necessidade de "contenção, mas não é possível sacrificar a agricultura ou eliminar a justiça" - referência às duas principais divergências dos centristas em relação a Passos Coelho.

Num dia em que ouviu palavras elogiosas de José Sócrates, e após mais de uma semana de guerrilha com o PSD, Portas sentenciou, perante as muitas centenas de pessoas que enchiam um pavilhão em Viseu: "Andam preocupados connosco, uns e outros por razões diferentes".

Prova dessa preocupação, diz o líder do CDS, é o facto de o PS falar de agricultura ("tinha de chegar a campanha eleitoral") e de o PSD falar de segurança ("tinha de chegar a campanha eleitoral"). E deixou a farpa ao PSD: "Eu hoje vou falar de recibos verdes, e aposto que amanhã eles vão falar de recibos verdes, esquecendo-se que aprovaram o Código Contributivo."

fonte:http://aeiou.expresso.pt/


publicado por adm às 10:51

Maio 28 2011
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, está hoje nos distritos de Leiria e Viseu, em mercados e numa exploração leiteira, a marcar a omnipresença do tema da agricultura e do mundo rural, depois de ter deixado a PS e PS o desafio dos julgamentos rápidos.  

"O CDS trouxe o tema da segurança, porque afeta muita gente porque preocupa  muita gente, para a discussão desta campanha, porque é agora que as discussões  tem que ser tidas. Ouvem o PS e o PSD falar de justiça, ouvem-nos falar  segurança? Zero. Mas essa matéria conta", defendeu Paulo Portas na sexta-feira  num jantar em Pinheiros, Leiria. 

 

    Na sequência de perguntas que todas as noites deixa aos dois maiores  partidos, questionou PS e PSD sobre a disponibilidade "para aceitar a regra  de que quando uma pessoa é detida em flagrante delito a cometer um crime  é obrigatório o julgamento rápido desse sujeito". 

 

    O objetivo desse julgamento em 48 horas, frisou, é"dar confiança às  vítimas e respeitar o trabalho da polícia".  

 

    Portas começa o dia no mercado de Alcobaça, de onde segue para o de  Leiria, almoça com empresários em Vila Cã, Pombal, e à tarde visita a exploração  de leite Joaquim Silva Fernandes, no Louriçal, igualmente no concelho de  Pombal, depois de na sexta-feira ter estado numa exploração agrícola em  Santarém. 

 

    O dia do líder democrata-cristão termina com um jantar em Viseu. 

(Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)

fonte:Lusa

publicado por adm às 16:41

Maio 27 2011

Paulo Portas chamou hoje a atenção para o negócio que gira em torno do ouro roubado. “Há cerca de 200 casas identificadas de receptação onde esses fios e relógios que são vendidos a 17 euros por grama e são revendidos a 34 euros por grama”, disse o líder do CDS, em Setúbal, lembrando que essas casas estão num vazio da lei, enquanto as ouriversarias têm regulamentação própria.

 

“Todos ganham neste negócio menos a vítima que fica sem os seus bens”, disse, no final de uma visita à esquadra de Almada. 

O líder do CDS voltou a criticar a regra “cega” de só entrar “um polícia se saírem três” ou entrar “um por cinco”. “Esta é a diferença entre PS e PSD. Não é possível fazer política de segurança com redução de efectivos”, sustentou. E é possível, em cenário de contenção orçamental, retomar os concursos de admissão anuais nas forças de segurança como está previsto no manifesto eleitoral do CDS? Paulo Portas responde com a necessidade de renovação. “Se por ano se aposentarem mil agentes como é que a polícia se renova? Se só deixarmos fazer aposentações, a polícia fica sem gente”.

Antes de se despedir do comandante da esquadra, Portas criticou PS e PSD por terem aprovado “leis penais permissivas” e voltou a defender os julgamentos rápidos para crimes praticados em flagrante delito.

Sindicatos elogiam líder do CDS

O discurso em torno do reforço da autoridade da polícia é reconhecido pelos sindicatos das forças de segurança. É o próprio Paulo Rodrigues, da Associação Socio-Profissional da Polícia, que o admite. E em contraponto com outros partidos que considerou menos interessados nas dificuldades das forças de segurança quando estão na oposição. 

“O doutor Paulo Portas tem uma noção muito clara das dificuldades”, disse Paulo Rodrigues, no final de uma reunião com o líder do CDS, e em que estiveram representantes de oito sindicatos relacionados com forças de segurança. Paulo Rodrigues disse esperar que o discurso corresponda à acção se o líder do CDS vier a fazer parte do futuro governo.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 22:56

Maio 26 2011

O presidente do CDS-PP, Paulo Portas, dedicou hoje o dia de campanha nos Açores à agricultura e durante uma visita a uma feira explicou o significado dos chapéus que utiliza e ouviu também críticas à classe política.

 

“Olhe, deviam era meter todos os políticos nos submarinos e mandá-los para o mar Vermelho”, afirmou um agricultor ao líder centrista depois de ter questionado a veracidade das promessas dos políticos portugueses.

Paulo Portas já estava a terminar a visita à Feira Agrícola de Santana, na Ribeira Grande, quando cumprimentou este homem que duvida da classe política.

O vento forte e a ameaça de chuva não impediram a visita à feira, que pretendeu valorizar a importância do sector agrícola, mas começou com uma conversa sobre o boné que Paulo Portas usava, onde se lia a palavra ‘Açores’.

“Eu trago sempre no chapéu aquilo que quero destacar. Estou nos Açores, que dá grandeza estratégica a Portugal”, afirmou, acrescentando que, “visto do centro da Europa, Portugal pode parecer periférico, mas a partir do Atlântico é central”.

Paulo Portas percorreu o corredor da feira de gado cumprimentando os agricultores por quem passava, alguns dos quais se mostravam animados por o cumprimentar.

“Venho cá muitas vezes, por isso já me conhecem”, frisou o líder centrista depois de cumprimentar um homem que se dirigiu a ele questionando se ainda se lembrava de o ter encontrado anteriormente.

Os cumprimentos continuaram até encontrar Jorge Rita, o presidente da Federação Agrícola dos Açores.

“Que a voz nunca lhe falte pelos agricultores”, desejou Portas, depois de abraçar Jorge Rita e elogiar o seu trabalho.

No final da visita, Jorge Rita disse ser “indiscutível” que Paulo Portas daria um bom ministro da Agricultura, destacando as suas intervenções em defesa do sector.

Depois da feira, Paulo Portas deslocou-se para Ponta Delgada, onde foi surpreendido por um jovem de apenas 14 anos, que defendeu a necessidade de “pôr a trabalhar os que recebem rendimento mínimo e não merecem”.

“Ele percebeu bem como o país pode avançar, com trabalho”, afirmou o presidente do CDS-PP.

Paulo Portas, que esteve acompanhado pelo líder regional e cabeça de lista pelos Açores, Artur Lima, aproveitou esta breve passagem pelo centro da cidade para apelar ao voto.

“A sorte não chega, é preciso também o voto”, afirmou, dirigindo-se a um possível eleitor que lhe desejou boa sorte.

Mais à frente, quando um homem lhe disse que ainda estava “muito indeciso” sobre em quem votar, Paulo Portas pediu-lhe para o “colocar à prova” votando no seu partido.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 22:52

Maio 22 2011

O líder do CDS-PP argumentou, em conversa com os leitores do PÚBLICO, que, em tempos de crise “os contratos a termo que caducam em 2011 devem poder ser excepcionalmente renovados”.

 

Questionado sobre o desemprego entre os jovens e sobre as políticas de emprego do CDS-PP, Paulo Portas defendeu a renovação excepcional, dizendo que “em recessão económica, temos de o fazer para evitar mais desemprego ou recibos verdes por absurdo legal”.

Portas notou ainda que as universidades devem fornecer um índice de emprego dos respectivos cursos com base em “critérios objectivos”, e disse ser “inaceitável que se tribute com quase 50% de taxas e contribuições um jovem, trabalhador independente, que se lança no mercado de trabalho”. 

“Em crescimento, incentivam-se os contratos definitivos. Em recessão, se não for possível renovar os contratos a termo, estamos a fabricar desemprego. Eu não ponho a ideologia à frente da realidade”, afirmou.

O candidato criticou ainda o número de empresas públicas, mas manifestou reservas quanto a algumas privatizações.

“Foi um grande erro aumentar o número de empresas públicas e gestores públicos nos últimos anos. Este erro multiplicou-se também nas regiões autónomas e nas câmaras municipais", afirmou. "Tenho sérias reservas quanto à privatização da REN (sem concorrência), das Águas [de Portugal] (também monopólio natural) e da CGD, que quero transformar num banco de fomento às PME”.

Em resposta a uma pergunta colocada por um leitor preocupado com a possibilidade de o Estado vir a acabar com o acesso gratuito aos medicamentos para seropositivos, Portas demarcou-se da visão do PSD para a saúde: “Há uma acentuada diferença entre a inclinação liberal do PSD e o pensamento social do CDS. Sei perfeitamente que grande parte dos portugueses depende do funcionamento humanizado e bem gerido do SNS. Na política do medicamento, sempre defendi que a poupança possível e necessária é no desperdício e não no doente.”

fonte:http://www.publico.pt

publicado por adm às 15:18

Maio 20 2011

Conferência do Diário Económico juntou os líderes dos três principais partidos políticos a 17 dias das legislativas.

Irredutíveis. Pedro Passos Coelho e Paulo Portas recusam taxativamente um entendimento com o actual primeiro-ministro após as próximas eleições, seja qual for o resultado e mesmo que Sócrates saia, pela terceira vez consecutiva, vitorioso das urnas.

Depois do Presidente da República e dos seus antecessores terem insistido na ideia de que Portugal precisa de "convergência", "unidade", "consensos" e que o próximo Governo tem de dispor de "apoio maioritário na Assembleia da República", continua a ser "de surdos" o diálogo entre os três principais líderes partidários.

Na conferência "Governar Portugal", organizada ontem pelo Diário Económico no Hotel Sheraton, Passos e Portas foram cristalinos: é preciso mudar de políticas e de protagonistas.

José Sócrates foi o primeiro a discursar e insistiu que a actual "crise política é filha do sectarismo" e que é da "maior importância que os partidos abandonem os discursos radicais" porque o bloqueio que conduziu o país a eleições antecipadas "não nasceu de nenhuma crise económica mas de um erro da classe política". Para o primeiro-ministro demissionário os tempos são de "prudência", "equilíbrio político" e não de "aventureirismos ou radicalismos".

Mas o líder socialista continua a receber um rotundo não dos partidos à sua direita, os únicos que se mostram disponíveis para governar o país perante as imposições do memorando de entendimento que Portugal assinou com a ‘troika' e que guiarão o país pelo menos durante três dos quatro anos da próxima legislatura.

Passos Coelho, que por escassos minutos não se cruzou com Sócrates no ‘hall' do Sheraton, defendeu que é crucial que Portugal deixe de apostar "em equipas que estão sempre a mascarar a realidade", porque "com ilusionismo não se gera confiança". A 5 de Junho, a escolha é entre dois caminhos: o que "temos tido e que nos conduzirá a pelo menos oito anos de recessão" ou o rumo que defende o PSD e que passa por menos Estado na economia, mais regulação e um maior escrutínio dos apoios sociais reforçando as franjas mais debilitadas pela actual crise. Para os social-democratas continua a vingar a frase de Passos Coelho de que "existem 78 mil milhões de razões" para o líder da oposição se distinguir do actual primeiro-ministro. 

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 23:01

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