Eleições Legislativas 2011

Maio 29 2011

O secretário-geral do PS, José Sócrates, defendeu hoje que a sua campanha rumo às eleições legislativas «tem vindo a subir» e acusou de «mesquinhez» os que se dedicam a «ataques pessoais».

 

 

Num almoço-comício em Matosinhos, José Sócrates deplorou os que fazem da atual campanha «uma campanha de ataques pessoais» - considerando que revelam «mesquinhez» e «pequenez política» -- e acusou o PSD de se apresentar apenas para «se vingar» das derrotas eleitorais que sofreu para o PS.

 

«Esta campanha tem vindo a subir. Cada vez mais se vê na rua a força do PS, a voz do PS, as razões do PS», disse o líder socialista, declarando: «Alguns pensaram há dois meses atrás que tinham as eleições ganhas. Equivocaram-se porque têm pela frente um grande partido popular, que sempre esteve ao serviço do povo e dos portugueses, que está aqui mais uma vez para servir Portugal e para ganhar estas eleições».

Diário Digital / Lusa 

publicado por adm às 20:08

Maio 29 2011

Os arquitectos Siza Vieira, Souto Moura e Alcino Soutinho decidiram não comparecer no pequeno-almoço com o secretário-geral do PS, domingo, no Porto, por este encontro, que se pensava de carácter privado, se ter tornado público.

Sexta-feira à noite, o gabinete de imprensa do PS integrou na agenda de domingo da campanha de José Sócrates um pequeno-almoço com personalidades do Porto, mas acabou por retirar este programa da agenda a meio da tarde deste sábado.

Em declarações à agência Lusa, o arquitecto Alcino Soutinho lamentou que a imprensa "tivesse tratado o pequeno-almoço com José Sócrates como sendo de carácter público e de apoio ao secretário-geral do PS".

"Eu, Siza Vieira e Souto Moura fomos convidados para um pequeno almoço de carácter privado com o engenheiro José Sócrates e aceitámos porque era um encontro interessante, mas a forma como foi divulgado publicamente levou a que os meus dois colegas declinassem o convite. Os meus dois colegas, Siza Vieira e Souto Moura, já tinham dado apoio a outra força política e não fazia sentido estarem presentes nesse pequeno almoço", justificou Alcino Soutinho.

Alcino Soutinho referiu depois, que, não comparecendo os seus dois colegas no encontro, também "não fazia sentido" ele próprio comparecer no pequeno almoço.

fonte:http://www.jn.pt/

publicado por adm às 18:56

Maio 29 2011

José Sócrates recebeu, este domingo, das mãos de pescadores de Matosinhos, um leme "para conduzir Portugal a partir de agora".

 

O leme foi entregue durante um mega-almoço, no Pavilhão da Bataria, em Leça da Palmeira, no final da intervenção de Guilherme Pinto, presidente da Câmara de Matosinhos. "Nós vamos ganhar", gritou o autarca, pedindo aos socialistas que renovem energias.

O autarca afirmou que nas eleições de 5 de Junho a "opção é entre o engenheiro José Sócrates e o dr. Passos Coelho, o senhor não foi bem assim". "De manhã diz uma coisa, à tarde diz que não foi bem assim", ironizou.

fonte:http://www.jn.pt/e

publicado por adm às 18:56

Maio 28 2011

Sócrates “desfez” hoje o “equívoco” sobre a nova versão do memorando com a troika: “escrever primeira revisão ou Julho é exactamente a mesma coisa”, disse, referindo-se ao prazo estipulado pela UE e FMI para a avaliação da execução das medidas.

 

À entrada para um almoço-comício em Amarante, José Sócrates refutou a interpretação do PSD sobre as mudanças introduzidas no memorando de entendimento com Bruxelas, afirmando que se tratam de acertos de datas. “Vou desfazer um equívoco. Escrever primeira revisão ou Julho é exactamente a mesma coisa”, disse. 

No caso, por exemplo, da descida da Taxa Social Única escreveu-se agora que o futuro Governo terá de apresentar até ao final de Julho uma proposta de redução (e a correspondente compensação de perda de receita), que será depois incluída no Orçamento do Estado para 2012. “Há alguma diferença nisso? Não. Há a diferença de quem quer fazer uma política de casos”, comentou Sócrates. 

O líder socialista, questionado pelos jornalistas, distinguiu, porém, a atitude do CDS-PP, que classificou como “honesta”, “sensata e responsável”. “Nisso, o CDS foi um partido honesto. As declarações do doutor Paulo Portas foram sensatas e responsáveis, de quem quer honestamente avaliar a situação”, afirmou. 

Sócrates disse ainda que tomou conhecimento das alterações no dia em que o Estado português assinou o acordo com a União Europeia, a 17 de Maio. “No dia 20 já estava disponível na Internet”, disse.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 14:52

Maio 27 2011

Líder do PS entusiasma-se com recuperação que dá conta de um empate técnico na sondagem da TVI e diz que Portugal vai penalizar PSD

 

José Sócrates reagiu com optimismo à sondagem da Intercampuspara a TVI/Público que dá conta de um empate técnico entre o PS e o PSD. O estudo de opinião mantém o PSD à frente, com uma vantagem de 1,7 por cento, mas uma vantagem que cabe dentro da margem de erro da sondagem.

«Aqueles que acharam que as eleições estavam ganhas há um mês e meio, quando causaram a crise política, estavam equivocados. Aqueles que se comportam com oportunismo, que se comportam não pensando nos interesses do país mas apenas na sua sede de poder, encontram sempre a resposta do povo.» 

Sócrates insiste que, no dia 5 de Junho, Portugal vai penalizar os partidos que provocaram as eleições legislativas. «Quando um partido decide abrir uma crise política e empurra o país para a ajuda externa sem pensar nos interesses nacionais, o povo não se esquece desse partido no momento das eleições», disse. 

Ao contrário de Passos Coelho, e apesar da recuperação que esta sondagem indica, o socialista não se atreve a pedir uma maioria absoluta. «Isso está em completa dissonância com o que indicam as sondagens. Nenhuma sondagem ganha as eleições, mas estas eleições estão a ser disputadas», referiu em declarações à TVI

«Estão a ser disputadas com crescendo de mobilização, de entusiasmo e de dinamismo por parte do PS. É isso que eu noto na rua. Os eleitores estão a seguir com particular atenção estas eleições porque sabem que estas eleições decidem muito. Não é preciso nenhuma aventura na justiça ou na saúde, o que precisamos é de lutar pela recuperação económica sem entrar em aventuras ou radicalismos.»

O primeiro-ministro mantém intacta, por fim, a certeza de que vai sair vencedor da eleição de 5 de Junho. «Qualquer político que se lança numa campanha eleitoral só prevê um cenário: ganhar. Estou a lutar com todos os socialistas para ganhar estas eleições, para lutar por Portugal e pelos portugueses.»

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

publicado por adm às 23:42

Maio 24 2011

José Sócrates desafiou, esta segunda-feira à noite, no comício de Viseu, Passos Coelho a dizer, antes das eleições, quem e quanto vai pagar cada português com a proposta do PSD para a Saúde.

 

Na presença do eurodeputado Correia de Campos, ex-ministro da Saúde remodelado por José Sócrates no início de 2008, o líder do PS passou em revista o desempenho do Governo ao longo dos últimos seis anos, em áreas como a Saúde, a Educação, a Ciência e a Economia, deixando a garantia de que, se ganhar as eleições, irá prosseguir no mesmo caminho.

Depois, criticou as propostas do PSD para a revisão constitucional, desafiando Passos Coelho a dizer, antes de 5 de Junho, quem e quanto vai pagar cada português com a abertura do Serviço Nacional de Saúde aos privados, com a introdução dos co-pagamentos e com o plano de benefícios, que comparou a um seguro de saúde. "O SNS vai a votos nestas eleições", disse.

Também as propostas para a Educação foram visadas pelo líder socialista. O PSD, denunciou, quer "concessionar escolas a privados para que o Estado os financie". Afirmou,ainda, que os sociais-democratas pretendem liberalizar os despedimentos.

fonte:http://www.jn.pt/


publicado por adm às 13:49

Maio 22 2011

O secretário-geral do PS acusou, neste sábado, o PSD de pretender retirar cuidados de saúde do sistema público e querer obrigar os cidadãos a pagar mesmo quando são atendidos no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

 

José Sócrates falava no final de uma acção de rua na Figueira da Foz, em que teve ao seu lado a ministra das Saúde, Ana Jorge, que é cabeça de lista do PS pelo círculo eleitoral de Coimbra.

Nas breves palavras dirigidas aos apoiantes, Sócrates referiu-se ao debate televisivo que travou sexta-feira à noite com o líder do PSD, Pedro Passos Coelho.  

"Como [no debate] ficou claro, eles querem pôr em causa o SNS. A liderança do PSD defende que os cidadãos paguem os cuidados de saúde através dos seus impostos, mas também que paguem no momento em que recebem cuidados no SNS", disse, antes de lançar uma outra crítica também a propósito do modelo de saúde. 

"Eles [PSD] querem mais e põem em causa o carácter geral do SNS. Com um plano de benefícios muito semelhante ao que existe nos seguros de saúde, eles querem tirar cuidados de saúde do SNS", advertiu.  

No final da arruada Figueira da Foz, Sócrates voltou a responsabilizar a oposição pela abertura de uma crise política em Portugal. 

"Quem criou esta crise não foi o PS. Esta crise foi criada de forma irresponsável pela oposição com o único objetivo da ganância pelo poder, da ambição pelo poder por interesses partidários" afirmou.  

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

publicado por adm às 15:47

Maio 22 2011

José Sócrates foi brindado este domingo com um verdadeiro banho de multidão, à chega à vila alentejana de Campo Maior, um concelho onde o PS é tradicionalmente o partido mais votado em eleições legislativas, muito graças ao contributo do empresário Rui Nabeiro.

O patrão da Delta e mandatário distrital da candidatura do PS por Portalegre às legislativas de 05 de junho, cuja lista è encabeçada por Pedro Marques, mostrou-se convicto de que o PS voltará a ser Governo e apelou ao voto no partido liderado por José Sócrates.

Ao lado de Rui Nabeiro e de Pedro Marques, José Sócrates acusou os líderes da direita por se apresentarem aos portugueses "disputando o título de quem é o mais irredutível" por se recusarem ambos a formar governo com o Partido Socialista.

Num curto discurso o líder do PS, elegeu as políticas de apoio aos idosos como bandeira, afirmando "os mais idosos não se esquecem disto".

O secretário geral do PS participa ainda esta tarde, num almoço comício, no Centro de Negócios Transfronteiriço de Elvas, para depois rumar ao distrito de Castelo Branco.

fonte:http://www.radioportalegre.pt/i

publicado por adm às 15:24

Maio 21 2011

José Sócrates afirmou, este sábado, ao início da noite, em Évora que todos os partidos deviam agir como o PS, que sempre gerou um clima propenso ao diálogo, porque foi a "falta de diálogo que provocou a crise".

Na intervenção de encerramento do primeiro dia de campanha, na Praça Giraldo, em Évora, José Sócrates reforçou a mensagem que passara tanto na Figueira da Foz, de manhã, como em Ourém, durante o almoço. Ou seja, o secretário-geral do PS colocou os portugueses entre duas escolhas: enfrentar a crise preservando o modelo social europeu, como defende o seu partido; ou, em oposição, "aproveitar a crise para pôr em causa" esse mesmo modelo, como em sua opinião, pretende o PSD.

Foi esta a tónica do seu discurso em Évora, perante um auditório razoavelmente composto para o que também contribuiu a presença de mais de uma centena de indianos e paquistaneses oriundos de Lisboa. Na hora da mobilização, o importante é ter braços para erguer bandeiras e cabeças para acomodar chapéus de campanha.

O Serviço Nacional de Saúde e o programa "Novas Oportunidades" fora, novamente, os principais trunfos. Sócrates jogou-os quer para elogiar o desempenho do seu Governo quer para criticar o PSD, acusando Passos Coelho de querer que os portugueses paguem a Saúde duas vezes - através dos impostos e quando são atendidos -, e acusando-o também de ter insultado tantas pessoas quando disse que o "Novas Oportunidades" certifica a ignorância.

No final do comício, Sócrates, quando confrontado pelos jornalistas com o pós-eleições, afirmou que "todos os partidos devem agir como o PS, que sempre gerou um clima propenso ao diálogo", sublinhando que foi a falta de diálogo que provocou a crise.

fonte:http://www.jn.pt/

publicado por adm às 23:14

Maio 20 2011

José Sócrates e Pedro Passos Coelho vão enfrentar-se esta noite, a partir das 20h55, num debate na RTP1. Os líderes dos dois maiores partidos portugueses lutam pelos votos dos indecisos a poucos dias das eleições legislativas de 5 de Junho.

 

20h57: Sorteio dá a primeira pergunta a José Sócrates. Líder socialista diz que "estávamos a fazer o caminho na resposta para a crise" e que "o processo foi interrompido pela crise política". O actual primeiro-ministro diz que a diferença entre os dois partidos reside no facto de o PS manter o modelo social europeu.

21h00: Vítor Gonçalves, da RTP, pergunta porque os eleitores devem dar o poder a Passos Coelho quando ele não tem nenhuma experiência governativa. Líder do PSD lembra que também o primeiro-ministro britânico, David Cameron, não a tinha. De seguida, diz que Sócrates é o "primeiro-ministro de Portugal que mais maldades fez ao Estado Social", apresentando os 700 mil desempregados como um balanço da actuação do rival socialista.

21h02: José Sócrates diz que o Estado dá mais prestações sociais, apesar da crise, e acusa Passos Coelho de responsabilizá-lo pela crise sem ter em conta a conjuntura internacional. De seguida, cita o relatório e contas de uma empresa administrada pelo agora líder do PSD em que Portugal aparecia como tendo resistido bem à crise em 2009.

21h05: "Conheço já a sua técnica", contrapõe Passos Coelho, dizendo que "muda de opinião quando a realidade muda". Refere-se ao documento apresentado pelo socialista como "um pequeno truque". De seguida acusa o Governo de não ter contido a dívida pública como seria necessária fazer. E relembra antigas declarações de Sócrates à imprensa.

21h08: José Sócrates diz que as declarações citadas por Passos Coelho foram feitas antes da crise grega ter alterado toda a conjuntura económica nos países europeus. "Tiveram que mudar de estratégia todos os países europeus", refere o líder socialista.

21h10: José Sócrates diz a Passos Coelho que ele está a pôr em causa o Serviço Nacional de Saúde "tal como o conhecemos".

21h11: "Isso é falso, isso é falso", interrompe Passos Coelho quando Sócrates o acusa de pôr em causa a saúde tendencialmente gratuita. Logo de seguida, apela ao secretário-geral do PS que explique "como é que defendeu durante todo este tempo" todos os portugueses que perderam o emprego ou viram a sua vida piorar nos últimos anos.

21h14: Passos Coelho lembra que 30 por cento dos serviços de saúde são prestados por privados em Portugal. "Deixa-me responder, por favor?", insiste, enquanto o interlocutor insiste que o programa do PSD aponta o co-pagamento da saúde como o caminho a seguir.

21h16: "O senhor tem posto em causa a minha palavra", atalha José Sócrates, voltando ao tema da introdução de co-pagamentos do sector público da Saúde. "Lamento muito mas isto é importante de mais para passarmos por isto de forma leve", acrescenta o socialista, apresentando recortes e mesmo um DVD com entrevistas do rival.

21h20: Passos Coelho declara que Sócrates devia "discutir as suas responsabilidades enquanto primeiro-ministro", pois tem dificuldade "em discutir o efeito da acção do seu governo" quando Portugal "está na bancarrota". "Portugal é o único país em toda a Europa que enfrenta uma recessão séria", apontando a previsão de que Portugal poderá chegar aos 800 mil desempregados.

21H23: "Não vamos fazer um debate inteiro sobre Saúde", diz o jornalista Vítor Gonçalves. Perante isto,José Sócrates diz que assume as suas responsabilidades, tal como Passos Coelho deveria assumir "a responsabilidade da crise política". Recorrendo a um gráfico, o líder socialista mostra os juros a subir desde que a Assembleia da República foi dissolvida. "O que é que nós ganhámos com esta crise política", interroga-se o primeiro-ministro, acusando o rival de "ter pensado em si e no seu partido", com o único objectivo de ganhar as eleições, pois "as sondagens estavam compostinhas".

21h27: Passos Coelho diz que Sócrates "criou a fantasia" de que os partidos da oposição chumbaram o PEC 4 "por terem pressa para ir para o Governo". Lembra que o PSD apoiou algumas das "medidas difíceis" tomadas anteriormente. "A razão pela qual o Governo teve de perder ajuda foi porque perdeu a confiança dos mercados internacionais", acusa o social-democrata, afirmando que Portugal enfrenta "taxas de juro insustentáveis" desde Outubro de 2010.

21h30: "Há muito tempo que Portugal deveria ter pedido ajuda", insiste Passos Coelho, dizendo que Sócrates estava "mais preocupado com a sua imagem" do que com os problemas do País.

21h31: José Sócrates acusa o rival de sempre ter querido a ajuda externa para criar uma crise política e tentar conquistar o poder. Nega ainda que os bancos portugueses tenham perdido liquidez ao comprar dívida externa portuguesa.

21h32: José Sócrates diz que Passos Coelho quer "contratos a prazo verbais". "Isso não é verdade", riposta de imediato o social-democrata. A mesma reacção repete-se quando o líder do PS o acusa de querer "liberalizar o trabalho temporário".

21h35: "O meu programa é tão claro que houve quem o tenha considerado arriscado", diz agora Passos Coelho. O social-democrata apresenta "um sistema dual", em que os contratos actuais sem termo permanecem intocados, mas que os rubricados daqui para a frente permitam "dar mais flexibilidade ao mercado de emprego para acabar com o abuso dos recibos verdes".

21h38: Vítor Gonçalves pergunta a José Sócrates quando vai baixar a Taxa Social Única se formar governo após as legislativas. É uma boa tentativa do moderador do debate, mas o primeiro-ministro regressa ao tema do trabalho temporário e acusa Passos Coelho de querer acabar com a justa causa nos despedimentos.

21h40: José Sócrates diz que "vai estudar e depois propor" o valor da Taxa Social Única. Sem se comprometer com qualquer valor, diz que essa diminuição de receitas do Estado obrigaria a aumentar os impostos.

21h41: Passos Coelho diz que a redução da Taxa Social Única tem de ser significativa para gerar emprego em Portugal, mas Sócrates diz apenas que "vai estudar o assunto" apesar dos compromissos assumidos com a 'Troika'. O líder do PSD enumera as entidades "interessadas na criação de emprego em Portugal" que estudaram a descida, lembrando que o PSD defende uma descida gradual de quatro pontos percentuais. "Se não tem nada a dizer sobre esta matéria, ao menos ouça quem estudou", atira a Sócrates quando o rival o tenta interromper.

21h45: "O engenheiro Sócrates ainda não deixou esfriar o que assinou com a União Europeia e já não está a cumprir", diz Passos Coelho, perguntando porque Sócrates "está a rir".

21h46: Vítor Gonçalves admite que há "um problema com a informática", pelo que no estúdio não sabem quanto tempo foi utilizado por cada um dos intervenientes no debate.

21h48: "Já chega de dizer sempre mal do seu País e de usar expressões como bancarrota", diz José Sócrates.

21h49: Passos Coelho acusa Sócrates de "deixar mal Portugal" com o défice orçamental. "O senhor sabia quanto ia custar a intervenção do BPN. Sabia tanto que não ia cumprir que usou o fundo de pensões da PT", diz o social-democrata.

21h51: José Sócrates repete que o rival "só fala mal do País e usa expressões como bancarrota". Face a isto, Passos Coelho pergunta porque "não quis ouvir" e cortar logo despesas do Estado.

21h53: Vítor Gonçalves pergunta como será o pós-5 de Junho e José Sócrates diz que deve ser convidado a formar Governo o partido mais votado.

21h54: Passos Coelho diz que o PSD aposta na transparência das contas públicas.

21h55: José Sócrates faz intervenção final: "Para vencer a crise, o País dispensa aventuras e radicalismo ideológico, nocivo aos interesses das pessoas." Secretário-geral do PS promete "governação responsável e moderada", que respeite compromissos com a União Europeia e FMI mas que esteja preocupada em manter o Estado Social.

21h57: Passos Coelho termina o debate: "Creio que o Pais tem muito claro que precisa de um Governo competente e capaz para os portugueses que estão desempregados e descrentes no futuro. Os portugueses sabem que a responsabilidade cabe ao engenheiro José Sócrates e ele não tem desculpa. Não há dúvida que o País tem de mudar a sua liderança. Precisa de alguém que pode não ter experiência governativa mas não tem na consciência 700 mil desempregados."

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/debate-socrates-passos-coelho-minuto-a-minuto

publicado por adm às 22:50

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