Eleições Legislativas 2011

Maio 31 2011

Jerónimo quer que o Governo quebre o "silêncio de chumbo" que rodeia o assunto e que diga se vai, ou não, proceder a uma aumento "de apenas 25 euros"

 

O líder da CDU começou, hoje, o dia em Almada trazendo de novo ao discurso o tema do salário mínimo. Jerónimo quer que o Governo quebre o "silêncio de chumbo" que rodeia o assunto e que diga se vai, ou não, proceder a uma aumento "de apenas 25 euros".

 

Uma arruada bem composta - mas muito longe de outras campanhas eleitorais feitas em Almada pelos comunistas- fez o arranque da campanha de hoje da CDU. Jerónimo estava em casa, numa "terra que é "um dos nossos ex-libris da gestão autárquica", disse ao lado da presidente de Câmara, Maria Emília Sousa, que agora cumpre o seu último mandato.

Mas foi sobre as crianças, primeiro, e depois sobre o salário mínimo nacional que o líder comunista falou. Assinalando, por antecipação, o Dia Internacional da Criança que amanhã se assinala, Jerónimo criticou que "mais de 630 mil famílias" tenham sido "espoliadas" dos abonos familiares e lamentou o aumento das situações de pobreza no País.

Mais tarde, antes de se encontrar para um almoço com os 28 autarcas eleitos pela CDU em todo o País, Jerónimo respondeu à habitual ronda de perguntas dos jornalistas. Sobre uma vista espantosa de Lisboa sobre o Tejo, o líder comunista lembrou que está na corrida para ter um bom resultado e mesmo que a participação num "Governo é uma questão central".

Até lá, porém, a oposição é o papel principal que a CDU pretende desempenhar. A crítica ao Governo esteve aqui em primeiro plano, retomando Jerónimo de Sousa as críticas à falta de atualização do salário mínimo nacional. "Há um silêncio de chumbo" sobre esta matéria, disse, apontando o dedo ao Governo de José Sócrates que "ainda está em funções e prometeu uma avaliação do caso até final do mês de Maio". "Nem avaliação, nem resposta", concluiu o líder comunista exigindo ao Governo que "responda!" a uma medida que atinge milhares de trabalhadores. "São apenas mais 25 euros mensais", sublinha Jerónimo de Sousa.

fonte:http://aeiou.expresso.pt

publicado por adm às 20:58

Maio 30 2011

líder comunista defendeu um "grande debate interno" sobre a permanência de Portugal noeuro.

 

Jerónimo de Sousa acha que a eventual saída de Portugal do euro não deve ser "uma questão tabu" ou um dossier "fechado ad eternum". O líder comunista, que falava numa sessão de convívio com trabalhadores das oficinas da Câmara de Santiago do Cacém, defendeu um "grande debate interno" sobre esta questão que, em última análise, deve ser decidida "pelo povo".

 

Em resposta às perguntas dos jornalistas, Jerrónimo de Sousa saiu um pouco do guião habitual nesta campanha eleitoral e referiu-se a cenários possíveis do pós acordo FMI. Considerando que "Portugal não pode ser pisado" e que as autoridades europeias "não podem expulsar-nos depois de nos roerem a carne e de nos quererem roer os ossos", o líder do PCP nem sequer quis "antecipar conclusões" antes da questão poder ser discutida "e de se encontrarem respostas no quadro constitucional português".

Jerónimo, acompanhado pelo cabeça de lista em Setúbal, Francisco Lopes e ainda pelo presidente da Câmara de Santiago do Cacém, Vitor Proença, apelou aos trabalhadores da Cãmara - reunidos nas oficinas municipais - para que votassem na CDU. Sublinhando por várias vezes que "já aqui estivemos várias vezes", lembrou que foi sempre a CDU a "estar do lado certo" e "na linha da frente das lutas já travadas e daquelas que aí virão".

fonte:http://aeiou.expresso.pt/

publicado por adm às 22:09

Maio 29 2011

As eleições apenas serão genuínas em termos de resultado se PS, PSD e CDS "assumirem aquilo que assinaram" e o que pretendem fazer para cumprir o programa da "troika", avisou, este domingo à tarde, Jerónimo de Sousa, após uma mega-feijoada, acusando-os de serem "hipócritas" e meros "figurantes".

Num almoço com um milhar de apoiantes, em Alpiarça, distrito de Santarém, o líder comunista disse que aqueles partidos "assinaram uma coisa bem diferente do que aquilo que proclamam nestas eleições". E avisou que a luta continuará depois do próximo dia 5, mote para pedir um reforço da CDU.

Se PS, PSD e CDS quiserem um resultado verdadeiro no próximo domingo, em vez dos portugueses votarem "enganados", então "eles os três" têm que dizer que apoiaram o congelamento de salários e pensões, os cortes na saúde, o aumento dos impostos e custo de vida, exemplificou Jerónimo de Sousa, sublinhando que "está lá tudo preto no branco".

"Os resultados das eleições do dia 5 não serão genuínos se PSD, PS e CDS não assumirem perante o povo português aquilo que assinaram e que querem fazer, tendo em conta o compromisso" que subscreveram com a "troika" estrangeira, advertiu o secretário-geral do PCP. Aos três partidos, disse que "nunca passarão de figurantes" ou de "actores" porque "estão às ordens da 'troika'".

Do mesmo modo, atribuiu-lhes uma campanha em que discutem entre si "quanto é que se distribui de pastas" e em que prevalece "o não dito".

Além disso, o candidato denunciou "o aproveitamento da crise" para regredir em termos de direitos laborais, argumentando que a facilitação de despedimentos "não tem nada a ver com as contas públicas".

"A CDU não troca uma partilha de poder por uma política de verdade", assegurou o benfiquista Jerónimo de Sousa, perante uma sala cheia, no clube desportivo local "Os Águias". Esta coligação do PCP com o Partido Ecologista Os Verdes "usará os votos não para meter no bolso, mas para dar força à luta que vai ter de continuar" após as eleições.

fonte_:http://www.jn.pt/

publicado por adm às 18:52

Maio 27 2011

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, apelou hoje ao voto dos reformados nas eleições legislativas para “castigar” quem afirma estar contra eles: os partidos que acordaram o pacote da “troika” de ajuda financeira externa.

 

“No dia 05 [de junho], cada reformado tem uma oportunidade de castigar quem está contra si e tem a possibilidade de valorizar e dar força a quem está com eles”, declarou Jerónimo de Sousa na Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos de Vila Real de Santo António, onde a CDU fez hoje campanha eleitoral.

Jerónimo de Sousa afirmou que os outros partidos, nomeadamente PS, PSD e CDS-PP, olham para os idosos “apenas com o sentido de voto”.

“Eles consideram que vocês são uma força arrumada, que o vosso futuro é muito condicionado, entendem-nos como obstáculos, gostariam de se ver livres de vocês. Mostrem-lhes no dia 05”, desafiou Jerónimo de Sousa.

Continuando as críticas aos “partidos da troika”, que assinaram um acordo de ajuda financeira que prevê “o congelamento das pensões até 2013”, Jerónimo afirmou que olham para os reformados “apenas com o sentido do voto”.

“Depois esquecem-nos e praticam uma política contra os vossos interesses”, acusou.

Jerónimo de Sousa frisou que no contexto actual, é “uma violência que se agridam os direitos, o valor das pensões e reformas” dos idosos, que já não têm “capacidade reivindicativa”.

O líder do CDS-PP, por exemplo, tem sido ao longo da campanha um dos alvos de Jerónimo quando se fala de idosos: Paulo Portas “não pode dizer que está a favor dos idosos e depois estar contra eles assinando documentos e um programa profundamente injusto”.

Jerónimo critica “guerras pessoais”

Jerónimo de Sousa criticou ainda a “fulanização” da discussão política na campanha eleitoral, com PS e PSD em “guerras pessoais” que afirmou não acrescentarem nada.

“Parece que há aqui uma guerra pessoal quando na prática estamos a tratar é da eleição de 230 deputados para a Assembleia da República, que vai determinar muito do futuro do nosso país”, disse em declarações aos jornalistas.

As “zangas e arrufos” de socialistas e sociais-democratas são no entender de Jerónimo de Sousa um “problema de fundo” da campanha eleitoral, que devia ser “esclarecedora”, com cada partido a “assumir as suas propostas”.

As “derivas de acontecimentos mediáticos” em que se tem centrado o debate do PS e do PSD são “coisas muito fulanizadas que não acrescentam nada ao esclarecimento” nem contribuem para a mobilização dos eleitores, argumentou.

O secretário-geral comunista aponta essa como a “parte mais pobre” da campanha para as legislativas, que acaba por se “descentrar das questões fundamentais num momento tão grave” da vida portuguesa.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 22:55

Maio 23 2011

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, afirmou hoje que o PS «traiu» os seus ideais e inviabiliza assim uma «solução de esquerda» no governo, admitindo que só integraria um executivo se os socialistas seguissem outro caminho.

 

«Não é uma acusação gratuita ou de campanha», considerou Jerónimo de Sousa em declarações aos jornalistas em Elvas, afirmando que basta «olhar para o posicionamento do PS e a execução da sua política».

Jerónimo afirmou que o PS está no «caminho mais errado para se encontrar uma solução de patriótica e de esquerda» para o governo depois das eleições de 05 de junho, que «trai esperanças, ideais, razões até afirmadas na sua fundação».

fonte:Diário Digital / Lusa

publicado por adm às 13:36

Maio 18 2011

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, afirmou nesta quarta-feira que a chanceler alemã, Angela Merkel, se esqueceu de comparar também os salários dos trabalhadores alemães e portugueses, tal como fez em relação a férias e idade de reforma.

«[A chanceler alemã] falou de férias, falou da idade de reforma, mas não falou dos salários. Como é sabido os trabalhadores alemães ganham quatro ou a cinco vezes mais do que os trabalhadores portugueses, mas essa parte nunca é referida», disse o líder comunista.

Jerónimo de Sousa comentava as declarações proferidas terça-feira pela chanceler alemã, Angela Merkel, que exigiu a unificação da idade da reforma e dos períodos de férias na União Europeia, enquanto criticava os sistemas vigentes na Grécia, Espanha e Portugal.

Para Jerónimo de Sousa, as declarações de Angela Merkel enquadram-se numa estratégia da direita europeia para reduzir os direitos sociais, sem ter em conta que os trabalhadores portugueses são dos mais mal pagos no seio da União Europeia.

«O que nós verificamos é que esta direita nacional europeia transforma os direitos sociais num mal a abater, nunca, mas nunca, olhando para um País que tem dos salários mais baixos da União Europeia», frisou o dirigente comunista.

«Essa parte é proibida e silenciada pela senhor Merkel, porque ela não quer que os trabalhadores portugueses comparem (…) os salários», concluiu Jerónimo de Sousa.

fonte:Lusa/SOL

publicado por adm às 22:42

Maio 17 2011

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, recusou hoje a possibilidade de viabilizar um novo governo que se proponha executar as políticas previstas no acordo de ajuda financeira da União Europeia (UE) e Fundo Monetário Internacional (FMI).

 

“Não peçam ao PCP para avalizar um programa de submissão e de agressão, porque é esse o conteúdo [do acordo de ajuda financeira]”, disse o líder comunista.

“Para além da questão da composição, a questão da política que esse governo possa fazer para nós é uma questão primeira e crucial”, disse Jerónimo de Sousa, deixando claro que o PCP só admite viabilizar um governo de esquerda e desde que o PS “rasgue” o compromisso assumido com a EU e com o FMI.

O secretário-geral do PCP, que falava aos jornalistas durante uma acção de propaganda à entrada da Auto-europa, afirmou ainda que o “programa da ‘troika’ estrangeira é um programa de ferro, que na sua matriz, no plano económico, social, financeiro e das relações laborais, constitui de facto uma agressão aos trabalhadores portugueses”.

Questionado sobre a possibilidade do Presidente da República indigitar um primeiro-ministro que não pertença ao partido mais votado, Jerónimo de Sousa lembrou que “o principal decisor é o povo”.

“Não é o Presidente da República que decide qual será a solução. Obviamente que não posso dar palpites, porque ainda falta o decisor soberano decidir, ou seja, ainda falta o povo votar, escolher quem, em termos de correlação de forças, vai compor o próximo governo”, disse.

“Mas há uma preocupação que temos, de facto, que é este programa comum que já existe em torno do PS, PSD e CDS. E este programa comum pode, digamos, empurrar para soluções governativas, soluções institucionais que nos preocupam”, concluiu.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 22:50

Maio 16 2011

Jerónimo de Sousa e José Sócrates só estiveram de acordo nas críticas ao Partido Social Democrata.

O primeiro debate da campanha eleitoral até começou com alguma força, mas ambos os líderes foram perdendo o vigor com o decorrer do tempo. Jerónimo de Sousa começou por atacar o programa socialista, reiterando que PS, CDS e PSD tinham um programa comum - o da 'troika' - e sublinhando que José Sócrates "defende o Estado Social mas tem uma forma esquisita de o fazer", disse durante o debate moderado por Clara de Sousa, na SIC.

O líder comunista afirma que "a redução do fundo de desemprego para desempregados" e o fim do abono de família para muitos são exemplo disso mesmo.

Por seu lado, José Sócrates acusou o PCP de ter exactamente "o mesmo programa eleitoral que em 2009", ao qual "junta um aditamento com muito poucas folhas", o que representa, nas palavras do líder socialista, "uma certa falta de respeito pelos eleitores. Muitas coisas aconteceram este ano", salienta, acrescentado ainda que o PCP defende a "reestruturação da dívida, a saída do euro e a nacionalização de grande parte dos sectores", o que é algo que não entende.

"Isto significaria regressar ao passado", acusou o líder socialista. "E não sei onde ia arranjar o dinheiro para comprar estas empresas", questionou.

Jerónimo de Sousa ripostou, afirmando que assistiu "a uma operação fantástica de José Sócrates, a dizer que conseguimos um acordo fantástico" [com a troika internacional]  e que "José Sócrates tem o dom da palavra mas não é capaz de dizer que o que está aqui [no memorando de entendimento] escrito é que a vida dos portugueses vai piorar".

E garantiu: "ainda havemos de assistir ao candidato José Sócrates a defender uma posição de necessidade de reestruturação da dívida. O exemplo da Grécia é paradigmático", alertou.

O primeiro-ministro demissionário garantiu, por seu lado, que "nunca escondi nenhuma medida. Eu apresentei-as ao povo português. Todas as medidas orçamentais [que constam no memorando de entendimento]estão no PEC IV", garantiu. "Este memorando não tem medidas orçamentais a mais em 2011. São corajosas e necessárias", disse.

Os dois responsáveis mostraram-se, no entanto, bastante concertados quando as críticas visaram o principal partido da oposição. Tanto José Sócrates como Jerónimo de Sousa desdobraram-se em críticas ao PSD, acusando Passos Coelho de cometer um "erro" ao querer baixar abruptamente a taxa Social Única (TSU). Aliás, segundo José Sócrates, esse é mesmo o principal ponto onde os programas eleitorais do PS e do PSD divergem.

"Este acordo tem mta margem de manobra: é muito diferente a perspectiva dos partidos sobre a aplicação deste acordo. A melhor demonstração é por exemplo, quando se discutiu a TSU", garante Sócrates. " E as propostas nas áreas da educação e da saúde comprovam como é diferente aplicar este programa com um governo PS ou PSD".

No mesmo sentido, Jerónimo de Sousa referiu ser "inaceitável e incompreensível que se esteja a ver apenas no factor trabalho a possisbildiade da redução de custos".

Amanhã a ronda de debates prossegue com o frente-a-frente entre Passos Coelho e Francisco Louçã.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 23:18

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