Eleições Legislativas 2011

Junho 03 2011

O comício de encerramento do Bloco, no Coliseu do Porto, está a levar os jornalistas aodesespero. Poucos minutos haverá para relatar a intervenção de Francisco Louçã

 

A lei obriga a divulgar as últimas notícias antes da meia-noite. Acontece que às 22h35 apenas está a falar a segunda oradora (Catarina Martins), entre quatro.

 

A primeira intervenção da noite pertenceu a José Soeiro, terceiro da lista pelo distrito, cujo lugar pode estar em risco, de acordo com a sondagem Expresso/SIC/Rádio Renascença.

Soeiro destacou "a mais participada e envolvente campanha já feita no distrito".

Soeiro considerou que "esta campanha eleitoral foi marcada por um eclipse democrático".

Sobre a atitude que Portugal deve ter ante as instituições internacionais que concederam o empréstimo, afirmou:  "não contem com o BE para esse respeitinho e essa timidez cabisbaixa".

fonte:http://aeiou.expresso.pt/u

publicado por adm às 23:22

Junho 03 2011

Francisco Louçã acusou hoje a lentidão da justiça, referindo-se ao caso BPN, e frisou que o Bloco de Esquerda propõe a tributação de todas as transferências internacionais. Já que, disse, há “muito dinheiro português escondido em paraísos fiscais”.

 

O candidato respondia a um dos trabalhadores que o interpelou sobre o destino do dinheiro que envolve o caso BPN, na reunião que teve esta manhã à porta aberta, na empresa Metro do Porto.

“Há uma investigação na justiça que, como sabe, avança corajosamente a passo de caracol”, ironizou o candidato.

Louçã ouviu queixas de trabalhadores e dirigentes sindicais. Criticou o acordo com a troika internacional que, segundo Louçã, facilita os despedimentos e diminui os salários, mas prevê igualmente a privatização de empresas de transportes. E avançou que há alterações inscritas no memorando que violam a Constituição da República.

No final, Louçã, que viajou de metro até ao local, disse ainda que hoje, último dia de campanha, os seus adversários continuam a ser José Sócrates, Pedro Passos Coelho e Paulo Portas. E adiantou que nestas últimas horas vai apelar ao voto dos jovens e dos indecisos. Segundo o bloquista, são eles que devem dar uma resposta que evite o afundamento do país.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 13:58

Junho 02 2011

"Aqui começa a arrancada final", garantiu Francisco Louçã. No comício mais suculento do BE, na noite de 4ª feira, houve procissões de ministros, troika-troika e troika-tintas. Não ficou pedra sobre pedra.

 

É como se o espírito de Luiz Pacheco - o escritor 'maldito' autor da obra "O libertino passeia por Braga, a idolátrica, o seu esplendor" - tivesse dado um abanão na Cidade dos Arcebispos. Não que a narrativa do Bloco de Esquerda tenha qualquer juízo de valor sobre os costumes ou saia da esfera política. Mas depois do serão passado as coisas ficam diferentes.

 

A 48 horas do final da campanha, uma troika do Bloco - Miguel Portas, Pedro Soares e Francisco Louçã - lançou o mais cerrado ataque aos partidos que assinaram o memorando, mas sobretudo ao PS e ao seu líder.

"José Sócrates ainda tem dois dias para dizer onde vai aumentar os impostos", disse Francisco Louçã. O coordenador do Bloco de Esquerda pediu explicações ao primeiro-ministro, por causa do aumento da taxa social única (TSU).

"O facto de estar demissionário não o poupa à exigência da verdade", afirmou o dirigente bloquista, perguntando se José Sócrates se "atreve a chegar às eleições com o embuste".

Francisco Louçã usou declarações de Teixeira dos Santos proferidas na quarta-feira, para pôr em causa a palavra de Sócrates (quando este no debate televisivo entre ambos minimizou a questão do aumento da taxa social única.

Embuste & mentira

 

"É a mentira organizada sobre a segurança social", declarou, insistindo: "Em política não se pode mentir. Não pode haver ocultações".

Após as críticas a José Sócrates, Francisco Louçã virou-se então para o eleitorado do PS. "Os eleitores socialistas são os primeiros a ser enganados, porque também vão ter aumento de impostos. Vão ser os primeiros a ser enganados...", advertiu.

No comício mais participado do Bloco de Esquerda, em que muita gente assistiu de pé, o conjunto das intervenções foi o mais demolidor para o Governo e José Sócrates. Argumentos variados, desde o que realçam comportamentos políticos que o Bloco considera incoerentes, até hábeis jogos de palavras, que ficam facilmente no ouvido.

Referindo-se a diferenças assumidas por PS e PSD relativamente ao memorando, Francisco Louçã afirmou: "Entre os signatários do memorando, há os que são a troika e outros que são a troika-troika".

Mais adiante, metendo já socialistas e social-democratas no mesmo saco, mas acusando-os de se prepararem para dizer na próxima segunda-feira uma coisa diferente do que afirmam agora, o líder do Bloco coloca outro rótulo: "São uns troika-tintas".

A vez da Geração à Rasca

 

Na noite de Braga, Francisco Louçã voltou a falar aos indecisos e, entre estes, aos jovens. "Há alguma coisa na tua vida em que deixes que sejam outros a decidir por ti?", perguntou.

O discurso de Louçã abandona as fórmulas tradicionais para adotar nuances que encaixariam em qualquer mensagem publicitária. É como se o destinatário - o jovem - estivesse mesmo à frente do palco, montado na praça central de Braga. "Não deixes de ser tu próprio", diz o líder do Bloco de Esquerda. "Vai à luta e mostra o que pode ser o voto dos jovens", incita.

Não são uns cidadãos quaisquer, de existência anónima, os que ontem à noite estiveram na mira do BE. São os jovens da Geração à Rasca, que em 12 de março percorreram o país, "e deram o exemplo à Espanha", afiança Francisco Louçã.

Mudança de regime

 

Antes de Louçã, já as intervenções do eurodeputado bloquista Miguel Portas e do cabeça de lista por Braga, Pedro Soares, haviam aquecido o ambiente e varrido os alvos.

Para Miguel Portas, José Sócrates é a "passadeira cor de rosa para o PSD". Sobre o acordo assinado com troika, o deputado ao Parlamento Europeu descreveu as coisas da seguinte forma: "De três em três meses, cá virá um fiscal, um rapaz de cabelos louros, óculos escuros e pasta preta".

Com tudo isto, concluiu Miguel Portas, "o que está a preparar-se é uma verdadeira mudança de regime, em que o soberano não é o povo que vota no domingo, mas um eurocrata sem rosto de Bruxelas".

Ou dito de outra forma: "Não há um primeiro-ministro; há uma criatura que vai a despacho a Bruxelas".

Um Jardim interior

 

Antes, Pedro Soares começara o desfile de ataques ao Governo, ironizando com as "procissões de ministros e de secretários de Estado" que nos últimos tempos têm passado pelo distrito de Braga, em "inaugurações do que está pronto, do que ainda não está pronto e até de promessas. É uma vergonha", afirmou o deputado.

"Todo o ministro do PS tem um bocadinho de Alberto João Jardim dentro de si", ironizou Pedro Soares.

Para o bloquista, o pior de tudo ainda está para vir. Será no sábado, véspera das eleições, dia de reflexão, que ocorrerá o "cúmulo da desfaçatez". O ministro da Agricultura, António Serrano, cabeça de lista do PS por Santarém, estará em Santarém a inaugurar a Feira Agricultura.

"Aqui em Braga começa a arrancada final do Bloco de Esquerda", avisou Francisco Louçã logo no início do discurso. O último de uma noite em que os dirigentes mobilizaram as hostes para "o combate imenso que aí vem". Uma derradeira batalha onde as palavras foram esgrimidas do modo mais incisivo que alguma vez haviam sido nesta campanha, tentando explorar todas as fissuras existentes na área do PS.

As tropas bloquistas continuam no Minho - a ver se vira - e estarão hoje de manhã em Barcelos, para uma arruada.

fonte:http://aeiou.expresso.pt/

publicado por adm às 13:39

Junho 01 2011

Numa arruada em Braga, o líder do Bloco criticou Ferro Rodrigues e até chegou a ser indigitado para um futuro Governo.

 

O coordenador do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, criticou nesta tarde em Braga, durante uma arruada, o cabeça de lista do PS em Lisboa, Eduardo Ferro Rodrigues, que "sugeriu um intervalo nas políticas do Estado social".

 

"Não temos de fazer parêntesis ou intervalos no Estado social", disse Louçã. A propósito do Dia da Criança, que hoje se celebra, o líder do Bloco apresentou uma proposta, para demonstrar que "Portugal pode resolver os seus problemas".

Louçã deu um exemplo de como o Estado pode obter receitas. Bastava que se tributassem as apostas 'on line' (700 milhões de euros/ano) para arrecadar um valor que seria o dobro do abono de família que era pagão a 640 mil crianças, e que foi cortado.

Pastas para Louçã

 

Numa arruada morna, que assinala a chegada do Bloco ao Minho no período oficial de campanha, o melhor momento para Louçã ocorreu já perto do final do cortejo, na Praça Central de Braga.

"Tenho pena de não o ver a si como um bom ministro deste país. Não direi primeiro-ministro, mas um bom ministro", disse-lhe um popular. "O povo é que escolhe o Governo", sorriu Louçã.

Já sem o candidato, Lázaro Ferreira, advogado - "militante do PS que não nega a sua raiz" -, explicou melhor aos jornalistas como seria o seu Executivo. "Um Governo de esquerda", esclareceu imediatamente. "Do PS, do Bloco e se calhar também da CDU".

E qual seria a pasta de Louçã?, foi-lhe perguntado.

"Ministro das Finanças, da Economia ou da Segurança Social", respondeu.

O dia do Bloco, que começou em Coimbra (onde Louçã assistiu a uma representação teatral contra a troika) e prosseguiu no Porto (com um almoço com figuras independentes da área da Cultura), termina com um comício em Braga.

fonte_:http://aeiou.expresso.pt/

publicado por adm às 22:43

Maio 29 2011

O coordenador do BE, Francisco Louçã, acusou hoje a direita de «ter crescido em arrogância a cada dia desta campanha», recordando que quando o Bloco propôs a criminalização do enriquecimento ilícito foi Portas quem garantiu que essa medida não avançaria.

Francisco Louçã esteve esta tarde numa arruada na Praia do Furadouro, Ovar, falando aos jornalistas no final de novo com críticas ao CDS e à direita.

«Eu bem sei que quando o Bloco propôs a criminalização do enriquecimento ilícito foi o CDS de Paulo Portas que garantiu ao PS de José Sócrates que não havia essa medida sensata», frisou.

Diário Digital / Lusa 

publicado por adm às 20:36

Maio 29 2011

"Portugal não pode ser uma província dos bancos nacionais e estrangeiros" acaba de frisar Francisco Louçã. O líder do BE falava num almoço-comício - na Alfândega do Porto e que contou com mais de cinco centenas de apoiantes - e recordou "o caso do BPN e os milhões que este já custou ao país e aos contribuintes".

 

Disse ser necessário que o país com o seu voto "defenda os seus. Nesta campanha vamos virar o resultados das eleições para que o seu voto decida para responder pelo país" acrescentou.

Francisco Louçã denunciou que foi "com votos falseados que se chegou a esta crise" e que " é necessário castigar os que pedem o voto para voltar a diminuir a escola pública e o Estado Social".

O líder dos bloquistas assegurou que há um voto "que diz que não desistimos do rigor das contas, e que este voto é no do Bloco". Pelo contrário contestou os que pedem o voto para privatizar os CTT. Todos os que pedem o voto para as privatizações. Mas nós votamos por todos contra a privatização pois a chave do voto é a defesa da economia e das pessoas " exclamou .

Louçã frisou ainda que "o país inteiro já sabe que a Grécia segue de há um ano o caminho de Portugal e está na bancarrota". Assegurou ser necessário que se aprenda com o caso grego. Com emoção lembrou ainda o poema de Natália Correia "Queixa das jovens Almas Censuradas", um hino dos anos setenta.

Antes João Semedo, cabeça de lista pelo distrito disse que "temos encontrado nesta campanha um Porto sacrificado e de gente sofrida. Tudo o que correu mal no país correu mal no Porto onde há mais desemprego e mais depressão.

fonte:http://www.jn.pt/

publicado por adm às 18:55

Maio 29 2011

Há eleitores indecisos em relação a 5 de junho ou magoados com os seus partidos? Não importa o quadrante onde estejam, já há muito se encontram na mira do Bloco. Hoje, um dia preenchido que só terminará de madrugada, Francisco Louçã e outros candidatos do BE desdobraram-se em apelos ao voto, com um piscar de olhos muito nítido a votantes do PS.

 

"Algum socialista podia pensar que o PS fosse criar um fundo em que o trabalhador ía pagar o seu despedimento?", perguntou Louçã, no comício da tarde em Santarém, que encheu dois terços do Teatro Sá da Bandeira.

Minutos antes, no mesmo palco, José Manuel Pureza, atual líder parlamentar, dirigira-se aos "socialistas revoltados e indignados", pelo facto de haver o PS "mais à direita da sua história" e por "os valores socialistas terem sido renegados pela direção de José Sócrates.

Conexão coimbrã


Não é obra do acaso que a primeira interpelação direta e explícita a votantes do PS tenha sido feita por Pureza. O cabeça de lista do BE por Coimbra, que tem o lugar em risco, "vai ser eleito, apoiado por tanta gente até do Partido Socialista", dissera Louçã de manhã, nas Caldas da Rainha.

O apelo a socialistas - não sendo uma novidade absoluta, assumiu agora muito maior destaque - foi feito um dia após Louçã ter pedido, na noite de sexta-feira, em Leiria, o "voto útil" dos eleitores à esquerda do PS. 

O repto, na formulação inicial, abrangia os distritos onde o PCP não elege ninguém - Leiria, Coimbra e Aveiro, além de Faro. Todavia, na repetição da ideia, e sobretudo na forma como ela é replicada, a geografia fica ausente, parecendo mais um apelo geral.

Em várias ocasiões, já o Bloco apelou aos eleitores do PS e PSD, assim como aos abstencionistas.

Apostas múltiplas


Se o "voto útil à esquerda" foi repetido hoje por Louçã, outro tipo de voto surgiu pela primeira vez no seu argumentário. No almoço, no Entroncamento, o coordenador do Bloco falou do "voto perigoso" que é representado pelos "partidos datroika" (PS, PSD e CDS).

À medida que a campanha parece curta para o BE inverter as sondagens, a estratégia de Louçã parece assim apostada em ocupar todas as quadrículas do mapa dos indecisos e desiludidos.

A campanha deste sábado termina já no domingo, com uma arruada no Porto, a começar à meia-noite. Se a madrugada termina com divertimento, o domingo amanhece com cultura, com uma visita à Fundação de Serralves, às 11h00. Segue-se um almoço na Alfândega do Porto. Um encontro com a população, no Furadouro, fecha a jornada.

fonte:http://aeiou.expresso.pt/


publicado por adm às 10:53

Maio 28 2011

Francisco Louçã pediu hoje uma “concentração de votos à esquerda no Bloco de Esquerda”, a todos aqueles que defendem a “escola pública, a Segurança Social e as pensões”. Do outro lado, estão o desemprego, o trabalho precário e “uma política de bancarrota”, afirmou o líder do Bloco de Esquerda.

 

O candidato, que quer “falar ao coração das pessoas”, apelou no final de uma visita ao Mercado da Fruta, nas Caldas da Rainha, ao voto útil à esquerda, porque a “dívida aumentou, o desemprego, o desespero” e é necessário dar “respostas claras” para o país.

Estas eleições, afirmou o líder bloquista, não são entre José Sócrates e Passos Coelho, mas entre todos os portugueses que rejeitam o acordo com a troika. Acusou PS, PSD e CDS de representarem “uma delegação administrativa” e o Governo de ser responsável pela “destruição da economia”.

Louçã, que tem sempre desvalorizado as sondagens, disse hoje que acha que o “Bloco já está dar a volta às sondagens, já está a subir” e afirmou-se convicto de que não irá perder o deputado José Manuel Pureza eleito por Coimbra.

fonte:http://www.publico.pt/P

publicado por adm às 14:51

Maio 26 2011

Francisco Louçã prometeu esta tarde aos trabalhadores da EMF, no Barreiro, bater-se pela proposta de lei que assegure o acesso à reforma completa com 40 anos de descontos para a Segurança Social.

 

No parque oficinal do Barreiro, em visita à empresa que está em reestruturação e ameaça despedir “425 trabalhadores”, o líder do Bloco de Esquerda garantiu aos funcionários: “Nós não vos largamos".

“Água mole em pedra dura tanto bate até que fura”, afirmou Louçã, para explicar que não faz sentido que aqueles que começaram a trabalhar com 16 anos, não possam reformar-se ao fim de 40 anos de serviço. 

Acompanhado da cabeça de lista pelo distrito de Setúbal, Mariana Aiveca, e do número dois, Jorge Costa, o bloquista ouviu queixas de empregados que receiam o despedimento eminente. E pediu o voto: “Nós temos que ter uma voz do povo de baixo”.

Louçã pediu aos trabalhadores que não chegassem a acordo com a empresa e que se batessem pelo emprego, porque “quem perde o trabalho agora, sabe que não arranja outro”, avisou.

Depois da visita à fábrica, a caravana bloquista seguiu para Setúbal, onde fará uma arruada durante a tarde. À noite, Louçã discursa no Incrível Almadense, na mesma cidade.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 22:53

Maio 25 2011

O coordenador do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, disse hoje que "Portugal inteiro" se transformou numa "praça de jorna" devido às condições laborais precárias, salientando o contributo das empresas de trabalho temporário neste panorama de retrocesso.

 

No primeiro comício do dia em Castro Verde – à noite, em Évora, Francisco Louçã repete a dose – o líder do Bloco de Esquerda falou das condições precárias de trabalho que os jovens em Portugal enfrentam neste momento, fazendo uma comparação com os tempos ancestrais no Alentejo.

"No Alentejo, isto era a praça de jorna, em que o capataz vinha com a camioneta à praça da terra para dizer que o Manuel pode trabalhar hoje mas o António não pode. E amanhã logo se vê", relatou. 

Para o coordenador do Bloco de Esquerda, "a praça de jorna é uma sociedade ingrata, injusta, em que há quem mande e tem a faca e o queijo na mão e decide tudo sobre o trabalho, a vida, o respeito pelas outras pessoas". 

"E agora essa praça de jorna, que se conhece tão bem aqui no Alentejo, tornou-se Portugal inteiro, com empresas de trabalho temporário que vão aos vossos filhos, que vão aos mais novos e dizem: tu hoje podes trabalhar mas amanhã volta cá. Não sei se podes trabalhar", condenou. 

E foi com este tema que Louçã voltou, de novo, ao acordo dos maiores partidos com a troika, afirmando que eles "gostam disto" porque "foi sempre a sua ideia sobre a sociedade". 

"O que é que lá aparece: todo o trabalhador pode ser despedido, não é preciso causa nenhuma", sublinhou. 

O cabeça de lista por Lisboa defendeu que Portugal precisa "de uma sociedade de trabalho, de emprego, de respeito, em que há salários decentes para as pessoas que se esforçam e que têm a formação". 

"Nós não precisamos de um Portugal que seja praças de jorna. Não queremos voltar para trás", declarou. 

Para o distrito de Beja a meta eleitoral está traçada: eleger um deputado que falhou ao Bloco de Esquerda nas legislativas de 2009.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 23:13

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