Eleições Legislativas 2011

Maio 29 2011

"Portugal não pode ser uma província dos bancos nacionais e estrangeiros" acaba de frisar Francisco Louçã. O líder do BE falava num almoço-comício - na Alfândega do Porto e que contou com mais de cinco centenas de apoiantes - e recordou "o caso do BPN e os milhões que este já custou ao país e aos contribuintes".

 

Disse ser necessário que o país com o seu voto "defenda os seus. Nesta campanha vamos virar o resultados das eleições para que o seu voto decida para responder pelo país" acrescentou.

Francisco Louçã denunciou que foi "com votos falseados que se chegou a esta crise" e que " é necessário castigar os que pedem o voto para voltar a diminuir a escola pública e o Estado Social".

O líder dos bloquistas assegurou que há um voto "que diz que não desistimos do rigor das contas, e que este voto é no do Bloco". Pelo contrário contestou os que pedem o voto para privatizar os CTT. Todos os que pedem o voto para as privatizações. Mas nós votamos por todos contra a privatização pois a chave do voto é a defesa da economia e das pessoas " exclamou .

Louçã frisou ainda que "o país inteiro já sabe que a Grécia segue de há um ano o caminho de Portugal e está na bancarrota". Assegurou ser necessário que se aprenda com o caso grego. Com emoção lembrou ainda o poema de Natália Correia "Queixa das jovens Almas Censuradas", um hino dos anos setenta.

Antes João Semedo, cabeça de lista pelo distrito disse que "temos encontrado nesta campanha um Porto sacrificado e de gente sofrida. Tudo o que correu mal no país correu mal no Porto onde há mais desemprego e mais depressão.

fonte:http://www.jn.pt/

publicado por adm às 18:55

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