Eleições Legislativas 2011

Maio 23 2011

O líder do PSD disse esta segunda-feira, em Torres Novas, que se os países europeus não se apressarem a levantar dinheiro dos bancos, "não há dinheiro" para pagar os salários do próximo mês.

 

"Sabemos que infelizmente não ficou cá muito dinheiro. Aliás não ficou cá dinheiro nenhum. Se os países europeus não andarem depressa a levantar dinheiro nos bancos, o Estado nem dinheiro tem para salários a partir do próximo mês, quanto mais para o resto", disse, num almoço com dirigentes de Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), onde lamentou que o Estado não tenha aproveitado a disponibilidade das IPSS para delinear um programa de emergência social para acudir às pessoas que enfrentam dificuldades.

"Os poderes públicos andam há um ano a fazer de conta e ainda estão a fazer de conta", disse, insistindo que "é preciso falar com os que estão no terreno para saber como é que se pode implantar uma resposta destas".

Passos denunciou que o Estado e a Segurança Social têm uma "desconfiança" em relação às instituições privadas porque não as pode nomear, nem controlar. "Se o Estado pudesse nomear seria muito mais fácil de lidar.

Assim têm que viver com a desconfiança doo serviço público", disse, insistindo: "Se o Estado precisa dessa resposta, porque está o Estado a complicar em vez de facilitar".

No final, defendeu que deve haver um contrato de confiança entre o Estado e os cidadãos, entre os institutos públicos e a sociedade civil, "sem preconceitos, sem querer dominar e sem controlar", disse.

fonte:http://www.jn.pt/

publicado por adm às 22:27

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