Eleições Legislativas 2011

Abril 01 2011

PS desce para 30,4% e o CDS é o partido que mais sobe no barómetro de Março efectuado pela Eurosondagem para a Renascença, SIC e Expresso.

 

O chumbo do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC 4) e a queda do Governo não teve, para já, grande impacto nas intenções de voto. Quem vão os portugueses penalizar pela crise é uma pergunta que fica ainda sem resposta, atendendo a que não se registam grandes variações nas referências dos portugueses relativamente ao mês anterior.

O PSD sobe 0,4% em Março, face ao mês anterior. Os sociais-democratas têm agora 37,3%. Quanto ao Partido Socialista, desce 0,2%, para os 30,4%.

Quem mais ganha é o CDS-PP. Os centristas atingem os 10,7%, acrescentando 0,8% ao seu eleitorado.

O Partido Comunista desce 0,2%, para os 8,4%. O Bloco de Esquerda não ganhou nem perdeu nada com a moção de censura ao Governo no Parlamento. Os bloquistas mantêm exactamente a mesma percentagem (7,7%) em relação ao mês anterior.

Neste quadro de estabilidade nas intenções de voto, destaque ainda assim para a ligeira subida da direita que, no seu conjunto, soma agora 48%, contra 46,5% da esquerda. Uma diferença que continua dentro da margem de erro da sondagem, o que não permite alimentar prognósticos quanto à cor da maioria no futuro quadro parlamentar.

Quanto aos protagonistas mais mediáticos da crise, regista uma quebra de popularidade. É o caso de Cavaco Silva, José Sócrates e Pedro Passos Coelho.

Francisco Louçã, Jerónimo de Sousa e Paulo Portas melhoram, mas só o líder do CDS-PP tem saldo positivo.

Governo e Assembleia da República continuam  a descer. O Executivo é o mais penalizado pelos portugueses, com 25,9% de saldo negativo.

Ficha Técnica

Esta sondagem foi efectuada por telefone, pela Eurosondagem, para a Renascença, "Expresso" e SIC, entre 27 a 30 de Março, tendo como universo a população com mais de 18 anos residente  em Portugal Continental em lares com telefone da rede fixa. Os entrevistados foram distribuídos aleatoriamente no que se refere ao sexo e à idade . A amostra foi estratificada por regiões: 21% na Região Norte, 14% na área Metropolitana do Porto, 26% na área Metropolitana de Lisboa, 29% na Região Centro e 10% na região Sul. Num total de 1021 entrevistas validadas que correspondem a uma taxa de resposta de 80,5%. A intenção de voto resulta de um exercício meramente matemático em que se considera como abstencionistas os 20,7% que "não sabe" ou não responde. O erro máximo da amostra é de 3,07% para um grau de probabilidade de 95%.

fonte:http://www.rr.pt/in

 

publicado por adm às 08:23

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