Eleições Legislativas 2011

Maio 08 2011

Partido quer crescimento potencial do PIB nos 3% ao ano

 

O PSD pretende, se for eleito Governo, promover medidas para aumentar o crescimento potencial da economia para 3%, e limitar a carga fiscal a um máximo de 35%, avança a Lusa.

De acordo com o programa hoje apresentado por Pedro Passos Coelho em Lisboa, o objectivo passa por um programa de estímulo ao crescimento económico que leve a taxa de crescimento potencial para os 3%, nível semelhante ao registado há 15 anos, registado um ano depois de Eduardo Catroga deixar a pasta das finanças.

O PSD estipula também um intervalo máximo para a carga fiscal entre os 33 e os 35%, e ainda uma redução para os 40% do PIB no nível da despesa pública total.

Para estes 40%, 32% seriam correspondentes à despesa pública corrente primária (despesa pública excluindo juros) e do total de juros (onde se inclui juros da dívida pública) mais despesas de capital nos 8%.

Para inverter a trajectória de crescimento do rácio de dívida pública, o PSD defende que se deve caminhar o mais rapidamente possível para um excedente primário positivo (que exclui os custos anuais para servir dívida), ao nível do custo da dívida a cada ano.

No programa eleitoral, o PSD prevê ainda que uma injecção de capital na banca só deverá ocorrer em último caso e que asprivatizações deverão render 3% do PIB. O PSD quer aindaaumentar a autonomia da gestão da CGD.

Uma das principais medidas passa pela redução da taxa social única até 4%, algo que o PS acredita que implicará uma subida brutal de impostos.

A proposta prevê ainda alterações ao mercado laboral, aprivatização de um dos canais da RTP e o aumento do IMI para os prédios devolutos.

No que toca à passagem de alguns produtos para a taxa máxima de IVA, o PSD impõe algumas condições. 
E na função pública, só quer permitir uma entrada por cada cinco saídas.

No programa, que o partido diz que vai «além» do memorando de entendimento assinado com a troika, os social-democratas querem ainda a gestão de resíduos fora da Águas de Portugal, esuspender as grandes obras públicas, como o TGV, e rever o regime do rendimento social de inserção.

Uma opinião que foi prontamente desmentida por Carlos Moedas e por Miguel Relvas.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt

publicado por adm às 22:04

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