Eleições Legislativas 2011

Maio 31 2011

Falando em Santarém horas antes da divulgação de novas sondagens, José Sócrates deixou um recado ao PSD: “Pensavam que estas eleições eram favas contadas, que iam ter uma vitória, mas enganam-se bem”.

 

A campanha socialista, que até agora nunca falou em sondagens, resolveu antecipar-se aos números que serão divulgados esta noite. “O que se vê nas ruas não é compatível com o que dizem as sondagens”, disse António Serrano, o ministro da Agricultura que é cabeça de lista pelo distrito de Santarém. “Sinto aqui que vamos alterar o rumo das sondagens, o rumo de Portugal”, desabafou.

Gritou-se “Vitória, vitória” no largo do Seminário e, animado, José Sócrates repetiu que “aqueles que prejudicaram os interesses de Portugal”, “criaram uma crise política” e “obrigaram o país a pedir ajuda externa”, vão ter uma surpresa nas eleições. “Quem vai vencer é o partido que defende Portugal”, declarou.

O líder do PS recordou a notícia avançada ontem pela SIC, segundo a qual a Comissão Europeia estaria apreensiva com o alegado incumprimento dos prazos de aplicação das medidas acertadas com a troika, e entretanto desmentida por Bruxelas, para cavar a sua diferença para Pedro Passos Coelho.

“Eu lutei com todas as forças para que Portugal não pedisse ajuda externa, porque sei os custos que isso tem para o país”, referiu. Já o líder do PSD, contrapôs, “mostrou que está disposto a tudo. Ele fez tudo o que estava ao seu alcance para que o país fosse obrigado a pedir ajuda externa, para poder impor a agenda do PSD”.

A outra diferença que Sócrates fez questão de assinalar tem a ver com a forma como tem decorrido a campanha. “Aqui não se insultam os outros, criticam-se as suas ideias políticas. Nem há campanhas de ódio”, frisou, acrescentando que, tal como os portugueses exigem, o PS tem demonstrado “abertura ao compromisso e ao diálogo”.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 22:32

Maio 31 2011

"Os truques do velho ilusionista já não pegam".  Balsemão foi a Coimbra reafirmar a matrizsocial-democrata do PSD. E apelar ao voto na autoridade tranquila" de Pedro Passos Coelho.

Foi um dos mais cáusticos discursos anti-Sócrates desta campanha. Em poucas palavras - "José Sócrates está queimado, não vou perder tempo com ele" -, Francisco Pinto Balsemão deu o primeiro-ministro por arrumado e apelou ao voto na "autoridade tranquila" do líder do PSD.

 

"Pedro Passos Coelho está preparado para governar, sabe ouvir, decidir e guardar segredo. A sua autoridade tranquila contrasta com os truques gastos do velho ilusionista e com a dificuldade de olhar olhos nos olhos do líder do CDS". Balsemão também não poupou Portas para dramatizar o apelo ao voto útil: "quanto mais votos tiver o PSD, mais fácil será cumprirmos aquilo a que nos comprometemos com a troika".

O militante nº1 foi a Coimbra reafirmar a matriz social-democrata do partido - "nós somos um partido coerente, nem o esquerdismo tardio do líder do CDS, nem o conservadorismo serôdio do engenheiro Sócrates nos farão mudar", afirmou. Lembrando que, como partido social-democrata, o PSD "não prescinde do papel regulador do Estado, mas não rejeita os sectores privado e cooperativo".

Passos, que voltou a ficar com a voz rouca, respondeu a Sócrates que hoje disse não ser preciso mais austeridade no país. "Como se eles não tivessem percebido que o que é importante é os sacrifícios valerem a pena para mudar Portugal", afirmou o candidato, que reafirmou que, se for eleito, irá "cumprir aquilo com que o país se comprometeu e nos prazos que nos estão colocados".

A mulher de Passos voltou hoje à campanha. No dia em que Rui Rio também esteve na rua ao lado de Passos, confiante na vitória, embora menos confiante na maioria absoluta que o líder do PSD pede mas que o autarca do Porto assumiu achar "muito difícil".

fonte:http://aeiou.expresso.pt/

publicado por adm às 22:29
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Maio 31 2011

Jerónimo quer que o Governo quebre o "silêncio de chumbo" que rodeia o assunto e que diga se vai, ou não, proceder a uma aumento "de apenas 25 euros"

 

O líder da CDU começou, hoje, o dia em Almada trazendo de novo ao discurso o tema do salário mínimo. Jerónimo quer que o Governo quebre o "silêncio de chumbo" que rodeia o assunto e que diga se vai, ou não, proceder a uma aumento "de apenas 25 euros".

 

Uma arruada bem composta - mas muito longe de outras campanhas eleitorais feitas em Almada pelos comunistas- fez o arranque da campanha de hoje da CDU. Jerónimo estava em casa, numa "terra que é "um dos nossos ex-libris da gestão autárquica", disse ao lado da presidente de Câmara, Maria Emília Sousa, que agora cumpre o seu último mandato.

Mas foi sobre as crianças, primeiro, e depois sobre o salário mínimo nacional que o líder comunista falou. Assinalando, por antecipação, o Dia Internacional da Criança que amanhã se assinala, Jerónimo criticou que "mais de 630 mil famílias" tenham sido "espoliadas" dos abonos familiares e lamentou o aumento das situações de pobreza no País.

Mais tarde, antes de se encontrar para um almoço com os 28 autarcas eleitos pela CDU em todo o País, Jerónimo respondeu à habitual ronda de perguntas dos jornalistas. Sobre uma vista espantosa de Lisboa sobre o Tejo, o líder comunista lembrou que está na corrida para ter um bom resultado e mesmo que a participação num "Governo é uma questão central".

Até lá, porém, a oposição é o papel principal que a CDU pretende desempenhar. A crítica ao Governo esteve aqui em primeiro plano, retomando Jerónimo de Sousa as críticas à falta de atualização do salário mínimo nacional. "Há um silêncio de chumbo" sobre esta matéria, disse, apontando o dedo ao Governo de José Sócrates que "ainda está em funções e prometeu uma avaliação do caso até final do mês de Maio". "Nem avaliação, nem resposta", concluiu o líder comunista exigindo ao Governo que "responda!" a uma medida que atinge milhares de trabalhadores. "São apenas mais 25 euros mensais", sublinha Jerónimo de Sousa.

fonte:http://aeiou.expresso.pt

publicado por adm às 20:58

Maio 31 2011

Sétima sondagem diária da Eurosondagem mostra o acentuar da descolagem do PSD na liderança das intenções de voto.

 

 

 

 

A última semana de campanha tem sido amarga para os socialistas, no que a sondagens diz respeito.

Hoje, terça-feira, no sétimo de dez estudos da Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rádio Renascença, os socialistas, apesar de subirem uma décima nas intenções de voto face à véspera, veem o fosso face ao PSD aumentar, estando agora em 3,3 pontos percentuais.

O PSD de Pedro Passos Coelho é o único partido além do PS a subir, mas é claramente o que mais beneficia, pois a subida diária de oito décimas já lhe dá uma vantagem clara sobre o PS.

A direita, com PSD e CDS somados, continua confortavelmente dentro da margem para poder obter uma maioria absoluta e, assim, formar a terceira AD da história da democracia portuguesa.

 

Ficha técnica

 

Estudo de Opinião efectuado pela Eurosondagem, S.A. no dia 30/05/2011 para o Expresso, SIC e Rádio Renascença, com o objectivo de conhecer a intenção de voto.

O Universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa.

A amostra foi estratificada por Região (Norte -20,5%; A.M. do Porto - 13,4%; Centro - 32,4%; A.M. de Lisboa - 24,7%; Sul - 9,0%), e aleatória no que concerne ao Sexo e Faixa Etária, de onde resultou Feminino (54,8%), Masculino (45,2%) e 18/30 anos (19,7%), 31/59 anos (46,4%) e 60 anos ou mais (33,9%), num total de 522 entrevistas telefónicas validadas, dado que 213 (29,0%) das 735 tentativas efectuadas não aceitaram colaborar ou responderam não ir votar.

O resultado projectado da intenção de voto, é calculado mediante um exercício meramente matemático, presumindo que os 22,0% respondentes "Ns/Nr" se abstêm e resulta da seguinte média: Dia 26/05 - 10%, dia 27/05 - 20%, dia 29/05 - 30%, dia 30/05 - 40%.

O erro máximo da Amostra deste Estudo é de 4,29 %, para um grau de probabilidade de 95,0%.

Os resultados ponderados que estão expressos neste Estudo de Opinião, resultam de uma média dos últimos quatro estudos, que totalizam 2.059 entrevistas validadas, com a margem de erro de 2,16%.

Um exemplar deste Estudo de Opinião está depositado na ERC.

fonte:http://aeiou.expresso.pt/ps-cada-vez-mais-perto-da-oposicao=f652540

publicado por adm às 20:55

Maio 31 2011

Portas fala em subir a representação em 16 distritos. Mas na verdade o CDS acredita que isso poderá acontecer, no máximo, em oito. Aí, chegaria a 30 deputados.

 

Paulo Portas está hoje na Madeira, o círculo eleitoral que valeu ao CDS, nas legislativas de 2009, a maior surpresa da noite - e correspondente ovação. Era a primeira vez que elegia nas regiões autónomas, e num círculo com apenas seis deputados. No domingo, Portas espera repetir a façanha nos Açores e, segundo tem dito, em mais três círculos onde o CDS não tem representantes: "Guarda, Vila Real e, provavelmente, Castelo Branco". São estes os distritos que Portas tem apontado para conquistar o primeiro deputado  - embora, dos quatro, os Açores sejam o único círculo eleitoral pelo qual a eleição tem uma boa probabilidade de acontecer.

 

Há uma diferença entre as metas assumidas publicamente pelo líder do CDS e a crença de que isso possa mesmo acontecer. Na noite passada, Portas enumerou 16 círculos por onde espera eleger o primeiro deputado ou acrescentar um aos existentes, lembrando que, em todos os casos, "se o CDS eleger um, ou mais um do que os que tem, quem perde é o PS."

Mas isso só tem boas hipóteses de acontecer, quanto muito, em 8 distritos.

Para além dos Açores, trata-se de Aveiro, Leiria, Setúbal, Porto, Lisboa e, com menor grau de probabilidade, Viseu e Braga. Juntando tudo, e tendo em conta que as sondagens dizem que o CDS pode crescer dois lugares em Lisboa, chegamos ao número mágico nas previsões dos centristas: 30 deputados, mais nove do que atualmente. Há outros distritos onde Portas fala em conseguir mais um deputado, mas a probabilidade disso acontecer é próxima de zero: Coimbra, Santarém, Viana do Castelo, Faro e Madeira.

Em todos estes distritos, Portas tem repetido a mesma mensagem, pensada sobretudo para a comunicação social local: um eleito centrista é menos um socialista, por isso "é essencial que o CDS consiga eleger [mais deputados]: se o CDS elege, o PS desce, e é assim que se consegue uma maioria de mudança em Portugal".

fonte:http://aeiou.expresso.pt/o

publicado por adm às 13:46

Maio 31 2011

Paulo Portas lançou esta segunda-feira um alerta para os dias que correm e para depois da campanha eleitoral.

 

Temos de manter a moderação e responsabilidade até ao fim antes e depois das eleições. Temos de manter a coerência agora e depois das eleições para que não digam que nos mentiram e [digam] que cumpriram”, disse esta noite o líder do CDS, num jantar em Oliveira do Bairro, Aveiro.

A poucos dias das eleições legislativas, Portas já tem uma certeza: “não há dúvida nenhuma de que o PS já perdeu”. Mas tem uma dúvida: “O que falta saber é o peso que o CDS vai ter”.

E pede força para poder pôr em prática oito das principais marcas do discurso CDS: “defender os mais pobres, puxar pelas pequenas e médias empresas, alterar o Código Contributivo relativo aos recibos verdes, valorizar a agricultura, defender uma política de segurança, recuperar a justiça sério, dar autoridade aos professores, não permitir o clientelismo e contrariar o caciquismo”.

Com as sondagens a apontar reforço da votação no partido, Paulo Portas insistiu na moderação dos discursos entre os partidos e questionou os motivos da “radicalização” da campanha. “Para quê dizer palavras de que se arrependam depois?”, perguntou.

E, mais uma vez, lembrou que PS, PSD e CDS vão ter de se entender para levar por diante uma revisão constitucional e outras leis que exigem dois terços dos deputados no Parlamento.

fonte:http://www.publico.pt/P

publicado por adm às 13:32

Maio 31 2011

O secretário-geral do PS advertiu hoje que Portugal não pode ter um primeiro-ministro “ziguezagueante” e “instável” e defendeu que, para além do programa da troika, há espaço para o futuro Governo continuar a investir na economia.

 

José Sócrates falava no encerramento do comício do PS em Setúbal, no pavilhão da Naval, onde contou com o apoio do presidente da Câmara de Sines, Manuel Coelho, que foi eleito pela CDU nas últimas eleições autárquicas.

Nas primeiras palavras que dirigiu aos apoiantes, Sócrates surgiu com um tom de voz denotando uma rouquidão, o que motivou um sonoro “ohhh!” proveniente da plateia e das bancadas do comício.

“Vou dirigir-me a todos vós num tom de voz mais calmo”, preveniu o secretário-geral do PS falando baixinho, embora pouco minutos depois tivesse regressado ao seu tom de voz elevado de discurso.

Na sua intervenção, o secretário-geral do PS sustentou que o programa da troika “não esgota a agenda da governação e esses que dizem que está tudo definido não sabem do que estão a falar”.

“O nosso dever é naturalmente cumprir os compromissos que assinámos [com o Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu], mas, para além disso, há uma infinidade de temas e assuntos que compete ao Governo escolher. Nós temos de continuar a investir na nossa economia e modernizá-la”, disse, numa intervenção em que também considerou que seria “irresponsável”, na actual situação do país, “deixar cair as redes de protecção social”.

No seu discurso, Sócrates voltou a fazer duras críticas ao presidente do PSD, dizendo que “Portugal não precisa de uma liderança instável” – isto a propósito de Passos Coelho ter admitido mudanças no seu programa da educação.

“O que o país menos precisa é de uma liderança política em ziguezague, que não enfrenta oposições, que não tem convicções para prosseguir em frente quando os obstáculos são muitos. O país precisa de uma liderança segura de si e convicta do caminho que há a percorrer”, contrapôs.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 13:31

Maio 31 2011

O líder do PS entendeu que “está na hora de dizer aos portugueses que o acordo com a troika deve ser cumprido”. Em Torres Novas, Sócrates respondeu desta forma a Passos Coelho, que ontem disse que a troika’ conta com uma mudança de Governo.

 

Depois de uma caminhada pelo centro de Torres Novas, autarquia socialista no distrito de Santarém, José Sócrates, acompanhado por António Serrano, cabeça de lista por Santarém, e pelos candidatos Idália Serrão e João Galamba, subiu ao palco para refutar as afirmações de Pedro Passos Coelho. Que ontem afirmou que a troika espera uma mudança de Governo a 5 de Junho.

Perante pouco mais de uma centena de pessoas, o socialista disse que “está na hora de dizer aos portugueses que o acordo com a troika deve ser cumprido”. A declaração serviu de preâmbulo para sublinhar que o PS, caso vença as eleições, não pretende “ir mais além” do que aquilo que está previsto no memorando de entendimento com o Banco Central Europeu, Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional.

“Não serão precisas mais medidas de austeridade”, prometeu Sócrates, apontando que “não são precisas medidas de aventura”. “Cumprir o acordo, sim, mas não pôr em causa as redes de segurança, o Serviço Nacional de Saúde, a escola pública, a Segurança Social pública”.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 13:30

Maio 31 2011

No PSD a hora é de mudança, mas hoje no mercado da Figueira da Foz, no âmbito de mais uma acção de campanha, foram muitos os que elogiaram a passagem de Pedro Santana Lopes pela Figueira como presidente da autarquia. Mas os elogios deixados por muitas peixeiras e outras vendedoras não deixaram Pedro Passos Coelho embaraçado: Questionado pelos jornalistas, enalteceu o ex-líder social-democrata, seu adversário na corrida à liderança do partido.

 

Passos Coelho lembrou um dos slogans que popularizou Santana quando se candidatou à liderança do município. “Ele disse que ia pôr a Figueira no mapa, mas fez mais, devolveu o orgulho às pessoas da Figueira”, declarou o candidato a primeiro-ministro no mercado municipal da cidade. O líder social-democrata salientou ainda que “Pedro Santana Lopes é um militante muito prestigiado do partido”. As vendedoras ouviam as palavras do líder e abanavam com a cabeça em sinal de concordância.

Pedro Santana Lopes pode voltar a ser candidato? Passos arrefeceu expectativas: “Estamos a tratar de eleições legislativas e não de eleições autárquicas”.

Passos retomou o contacto com os vendedores que o incentivavam a lutar pela mudança, mas ouviu também algumas dicas. “Por favor, não aumente o IVA”, ou “Olhe pelos pequenos comerciantes”. A saúde é um sector que suscita nesta campanha ainda muitas dúvidas, pelo que houve quem lhe pedisse para tratar da saúde com “algum cuidado”. Em matéria de finanças “parece que já não há muito a fazer. Está tudo falido”, referiram.

Depois do mercado, a caravana social-democrata segui até aos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz.

fonte:http://www.publico.pt

publicado por adm às 13:29

Maio 31 2011

E ao décimo dia de campanha para as legislativas de domingo, o líder do PSD começou a jogar à defesa. Pedro Passos Coelho defendeu esta terça-feira que o “factor produtividade” tenha, a prazo, maior peso nos aumentos salariais, incluindo na função pública. Mas deixou por explicar como quer fazer uma avaliação de desempenho aos funcionários públicos.

 

Com o congelamento dos salários decidido por três anos - resultado do resgate financeiro acordado com a troika da União Europeia, FMI e BCE - Passos afirma que “a produtividade deve ser um factor determinante”, a par da inflação, dado que a “degradação do poder de compra não pode deixar de se reflectir nas actualizações salariais”.

Tudo vinha a propósito de um comentário às últimas estatísticas do desemprego que atingiu um novo máximo histórico de 12,6 por cento em Abril, de acordo com o Eurostat.

Depois de uma reunião com os bombeiros, na Figueira da Foz, Passos disse que não se surpreendia com os números. “É preciso inverter esta tendência de criar um verdadeiro exército de desempregados”, disse.

Passado o congelamento, e “para o futuro, não quer dizer que a produtividade seja o único factor, mas deve ser o mais importante”, insistiu

E como fazer essa avaliação de competividade na função pública? Passos Coelho admite que não é fácil. “Não é simples, mas pode ter a certeza que há formas de medir a produtividade da Administração Pública”.

fonte:http://www.publico.pt/P

publicado por adm às 13:28

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